(08-07-2015 às 13:46)LoneRider Escreveu: Tambem não vejo p porque dos motores de duas cabeças!
Sim... fazem referencia o "L-twin" da Ducati como sendo opções "estúpidas" porque os "fours make more power more easily".
Até entendo que a Ducati tenha que fazer um esforço actual e dispendioso para manter a sua SBK competitiva.
Mas bolas... historicamente o L-twin da Ducati teve e tem um papel extremamente importante no segmento em que se insere.
Referem-se ainda aos V4 porque... "makes life harder for everyone".
Não entendo ao certo porquê. Sim, um V4 tem desvantagens no que diz respeito a mais peças móveis (distribuição), mas e então?
O ridículo é darem como exemplo da S1000RR como o correcto comparativamente ás VFR's de há 30 anos atrás.
Porque não compararam com a RSV4 que nos mesmo período de vida já arrecadou 3 títulos de WSBK?
(08-07-2015 às 13:46)LoneRider Escreveu: Uma das vantagens do mono braço era de poder subir a posição do escape, ganhando altura ao solo.
Subir um escape é
desvantajoso.
Esse "ganho de altura ao solo" traduz-se numa perda porque se
sobe o centro de gravidade.
A subida da posição do escape é na realidade uma "consequência" da introdução do mono braço.
Para tirar todo o proveito da facilidade com que se substitui um pneu, convém que o escape não atrapalhe.
Por isso, se reparares, as motos que popularizaram os escapes debaixo da baquet são as que também adoptaram o monobraço.. (NR, 916, ..)
Dificilmente encontras melhor vantagem que o facto de não ser necessário alinhar a roda, a facilidade com que ajusta a corrente e a facilidade com substitui um pneu sem afectar os restantes mecanismos.
Só muito recentemente os construtores decidiram colocar o escape no sitio certo.
Por baixo do motor, junto ao solo!