28-02-2018 às 16:16
Eu desaconselho uma 125 (seja ela uma CBF ou outra qualquer)... a não ser que que penses mover-te 100% do tempo em moto, só dentro de cidade (e mesmo assim
).
Esquece com uma 125, sair para "estrada aberta" (já nem falo AE, mas mesmo em Nacionais), que vais literalmente ser "empurrado" para fora de estrada.... Been there, felt that! (*)
E na N125 ainda tens vários troços aonde se praticam velocidades mais elevadas, incluindo zonas com dupla via, já não falando de outras estradas nacionais algarvias.
Se vais tirar carta A2, põe mesmo de parte as oitavo de litro. Consegues com um pouco mais de cilindrada, e consumos também reduzidos, uma muito melhor mobilidade, não só em aceleração, reprise, estabilidade, poder de travagem, etc... e que não comprometerá de todo a tua segurança.
A CB500F é um óptimo exemplo... está no limite da A2 (48cv), e já tens uma moto muito interessante, que para além de dar uma boa commuter, te permite encarar a estrada com outra desenvoltura e sem te tocar muito na carteira (consumos algures entre 3.5 a 4.5/100km)
_____________________________________________
(*) Uma vez uma prima minha que mora em Évora trouxe a Daelim 125 dela, para um almoço familiar (em Alverca). Ao regresso, estando de noite, preferiu voltar de carro com outros familiares que também vieram, já combinando comigo, uns dias depois eu aproveitar e lá levar a mota.
Uns dias seguintes, lá me fiz à estrada com a 125cc, via Pegões - Vendas Novas - Montemor. Depois de atravessar a Ponte Marechal Carmona em VFX, só te digo... medo.... muito medo
!
Rolando a uma velocidade de 100 / 110 Km/h (acima disto já ia a esmifrar completamente a mota), praticamente tudo o que se "mexia", passava por mim... e mesmo alguns pesados mais lentos, tinha a agravante de não ter motor, para fazer uma ultrapassagem em tempo útil e em segurança. Grande parte da viagem fiz encostado à direita ou na berma (para onde quase literalmente me "atiraram"). E a partir deste dia, a minha ideia sobre as 125cc ficou devidamente consolidada. Servem quase e só para cidade.
).Esquece com uma 125, sair para "estrada aberta" (já nem falo AE, mas mesmo em Nacionais), que vais literalmente ser "empurrado" para fora de estrada.... Been there, felt that! (*)
E na N125 ainda tens vários troços aonde se praticam velocidades mais elevadas, incluindo zonas com dupla via, já não falando de outras estradas nacionais algarvias.
Se vais tirar carta A2, põe mesmo de parte as oitavo de litro. Consegues com um pouco mais de cilindrada, e consumos também reduzidos, uma muito melhor mobilidade, não só em aceleração, reprise, estabilidade, poder de travagem, etc... e que não comprometerá de todo a tua segurança.
A CB500F é um óptimo exemplo... está no limite da A2 (48cv), e já tens uma moto muito interessante, que para além de dar uma boa commuter, te permite encarar a estrada com outra desenvoltura e sem te tocar muito na carteira (consumos algures entre 3.5 a 4.5/100km)
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(*) Uma vez uma prima minha que mora em Évora trouxe a Daelim 125 dela, para um almoço familiar (em Alverca). Ao regresso, estando de noite, preferiu voltar de carro com outros familiares que também vieram, já combinando comigo, uns dias depois eu aproveitar e lá levar a mota.
Uns dias seguintes, lá me fiz à estrada com a 125cc, via Pegões - Vendas Novas - Montemor. Depois de atravessar a Ponte Marechal Carmona em VFX, só te digo... medo.... muito medo
!Rolando a uma velocidade de 100 / 110 Km/h (acima disto já ia a esmifrar completamente a mota), praticamente tudo o que se "mexia", passava por mim... e mesmo alguns pesados mais lentos, tinha a agravante de não ter motor, para fazer uma ultrapassagem em tempo útil e em segurança. Grande parte da viagem fiz encostado à direita ou na berma (para onde quase literalmente me "atiraram"). E a partir deste dia, a minha ideia sobre as 125cc ficou devidamente consolidada. Servem quase e só para cidade.

