12-01-2018 às 12:55
Não sei porque deve haver uma regra de limitar ou de não limitar.
Cumpre precisamente à organização do evento definir o carácter do evento a que se propõe organizar, assim como o público alvo.
Perfeitamente razoável, e lidamos com este princípio praticamente em todos os estabelecimentos que frequentamos. Seja a escolha de 'clientela' por parte da segurança de uma discoteca ou um dress code para uma festa ou até de qualquer empresa.
Voltando às motas, facto é que pela abertura desenfreada de portas a público em geral, há uma mutação do espírito envolvente à concentração e ao género de convívio que se pretende.
Tens o gritante exemplo de Góis que à data de hoje é mais um festival de verão que propriamente uma concentração motard. Com o que tem de bom, e de mau. E com o arbítrio do comité organizacional que com certeza incentivam este rumo.
E depois cumpre ao interessado no evento, comparecer... ou não comparecer!
Cumpre precisamente à organização do evento definir o carácter do evento a que se propõe organizar, assim como o público alvo.
Perfeitamente razoável, e lidamos com este princípio praticamente em todos os estabelecimentos que frequentamos. Seja a escolha de 'clientela' por parte da segurança de uma discoteca ou um dress code para uma festa ou até de qualquer empresa.
Voltando às motas, facto é que pela abertura desenfreada de portas a público em geral, há uma mutação do espírito envolvente à concentração e ao género de convívio que se pretende.
Tens o gritante exemplo de Góis que à data de hoje é mais um festival de verão que propriamente uma concentração motard. Com o que tem de bom, e de mau. E com o arbítrio do comité organizacional que com certeza incentivam este rumo.
E depois cumpre ao interessado no evento, comparecer... ou não comparecer!

