28-12-2017 às 17:32
Tudo o que disseram anteriormente me chateia.
Os telemóveis, em particular, dão-me mesmo em cheio nos nervos. Olham para aquela merda como se a sua vida dependesse disso e metem em perigo a vida de todos os outros que andam na estrada. Há dias apanhei uma menina novinha, carta acabada de tirar, parada à entrada de um cruzamento a falar ao telele. Podia ter seguido, mas parei ao lado dela e soltei-lhe dois akrapovics em cima das orelhas. E não é que abriu o vidro para me mandar "calar" ? Estava numa chamada importantíssima e não conseguia ouvir nada com o barulho da motorizada ( palavras dela ). Armado em policia, levantei a queixeira e perguntei-lhe, com linguagem tecnica, há quanto tempo tinha licença de condução e se sabia qual a sanção por usar o telemovel enquanto conduz. Ao que a menina respondeu, desligando a chamada e atirando o telele para cima do banco do passageiro: desculpe, sr. guarda, por favor não me multe que me estraga a vida, foi a minha avó que me pagou a carta e tem um grande desgosto...
Baixei a queixeira, engatei a primeira e, sem lhe dizer mais nada, arranquei dali para fora.
Já apanhei gajos de frente com aquela merda na mão a mandar texts... epa, foda-se, é mesmo assim tão urgente que implique meter em perigo a vida dos outros?
Os telemóveis, em particular, dão-me mesmo em cheio nos nervos. Olham para aquela merda como se a sua vida dependesse disso e metem em perigo a vida de todos os outros que andam na estrada. Há dias apanhei uma menina novinha, carta acabada de tirar, parada à entrada de um cruzamento a falar ao telele. Podia ter seguido, mas parei ao lado dela e soltei-lhe dois akrapovics em cima das orelhas. E não é que abriu o vidro para me mandar "calar" ? Estava numa chamada importantíssima e não conseguia ouvir nada com o barulho da motorizada ( palavras dela ). Armado em policia, levantei a queixeira e perguntei-lhe, com linguagem tecnica, há quanto tempo tinha licença de condução e se sabia qual a sanção por usar o telemovel enquanto conduz. Ao que a menina respondeu, desligando a chamada e atirando o telele para cima do banco do passageiro: desculpe, sr. guarda, por favor não me multe que me estraga a vida, foi a minha avó que me pagou a carta e tem um grande desgosto...
Baixei a queixeira, engatei a primeira e, sem lhe dizer mais nada, arranquei dali para fora.
Já apanhei gajos de frente com aquela merda na mão a mandar texts... epa, foda-se, é mesmo assim tão urgente que implique meter em perigo a vida dos outros?
