08-04-2015 às 19:55
A minha experiência com outras motas também não é muita, para poder fazer um termo de comparação. Mas a única coisa que me queixo até agora é a caixa. Não é nada suave, mas no fundo até acho graça. Já o era no tempo dos velhinhos Fiat... era preciso técnica para conseguir meter uma segunda, por exemplo. Outro ruído que para alguns pode ser incomodativo, as válvulas desmodrónicas, que parecem parafusos desapertados... Como o dono também os tem desapertados... Não me incomoda 
Em relação aos habituais mitos que me consumiam um bocado antes de a comprar:
Pendura:
É de dois lugares como a maioria das motas, bastando tirar a cobertura do pendura, são dois parafusos que se desenroscam com uma moeda. Senão tiver moedinha, não há viagem.
Amiga de mecânicos:
Dado que só tem de ir à revisão a cada 10.000, em comparação com a maioria das japonesas que vão a cada 6.000, não entraria por aí. Até agora só fiz uma revisão com ela, paguei 200 euros, mas porque teve que mudar a correia de distribuição, já tinha alguns anos. Sò isso custou 80 euros. Teria custado pouco mais de 100 euros a revisão, não fora isso. O meu pai paga os mesmos valores na ER 500 dele, a cada 6000.
Já cheguei a fazer horas seguidas com ela, com neve granizo, vento chuva, e sempre se portou exemplarmente. Mais recentemente tenho-a usado para ir para o trabalho, e não tendo a versatilidade de uma scooter, lá vai desenrascando bem, mesmo sem mala traseira. Também já andou por caminhos de terra batida. Faz de tudo.
Quanto à dificuldade em vendê-las, pesquisem quantas há à venda no OLX, e quanto tempo duram por lá.
Economia:
Com S/C 98 e em viagem, já cheguei a fazer 320 km´s com um depósito.
O preço é um bocado alto sin, mas como eu não tenho carro nem filhos, dei-me ao "luxo" de comprar uma, senão teria ido para um modelo mais barato.
Não estou a dizer que não gosto das japonesas, mas o trabalhar dela deixa-me babado, e as linhas dela, nunca me canso de a admirar, e as outras que vejo na rua, e acho que numa mota isso também é importante.

Em relação aos habituais mitos que me consumiam um bocado antes de a comprar:
Pendura:
É de dois lugares como a maioria das motas, bastando tirar a cobertura do pendura, são dois parafusos que se desenroscam com uma moeda. Senão tiver moedinha, não há viagem.
Amiga de mecânicos:
Dado que só tem de ir à revisão a cada 10.000, em comparação com a maioria das japonesas que vão a cada 6.000, não entraria por aí. Até agora só fiz uma revisão com ela, paguei 200 euros, mas porque teve que mudar a correia de distribuição, já tinha alguns anos. Sò isso custou 80 euros. Teria custado pouco mais de 100 euros a revisão, não fora isso. O meu pai paga os mesmos valores na ER 500 dele, a cada 6000.
Já cheguei a fazer horas seguidas com ela, com neve granizo, vento chuva, e sempre se portou exemplarmente. Mais recentemente tenho-a usado para ir para o trabalho, e não tendo a versatilidade de uma scooter, lá vai desenrascando bem, mesmo sem mala traseira. Também já andou por caminhos de terra batida. Faz de tudo.
Quanto à dificuldade em vendê-las, pesquisem quantas há à venda no OLX, e quanto tempo duram por lá.
Economia:
Com S/C 98 e em viagem, já cheguei a fazer 320 km´s com um depósito.
O preço é um bocado alto sin, mas como eu não tenho carro nem filhos, dei-me ao "luxo" de comprar uma, senão teria ido para um modelo mais barato.
Não estou a dizer que não gosto das japonesas, mas o trabalhar dela deixa-me babado, e as linhas dela, nunca me canso de a admirar, e as outras que vejo na rua, e acho que numa mota isso também é importante.
