13-10-2017 às 21:58
(Mensagem modificada pela última vez: 13-10-2017 às 22:32 por Johnny_1056.)
Boas;
Vindaloo, não se trata de naves espaciais, apenas de m#rda plastificada que em breve não passa de poluição perdida num aterro ou oceano.
Andar de moto, para mim, trata-se de sensações. E nem sequer se trata da cilindrada ou potência da moto.
Dou-te um exemplo básico e simples: tenho um carinho muito especial pela Suzuki GN250. Poucas motos devem existir mais simples e básicas, foi a moto com que tirei a carta, nada performante, obsoleta, pouco apta a grandes habilidades, mas há poucos anos dei por mim divertidíssimo durante uma tarde inteira em que andei com uma sem capacete a curtir, descontraidíssimo.
Também gosto de performance e andar o mais depressa que consigo, esticar os limites de vez em quando, puxar a corda até ao pentelho de estar quase a parti o focinho; mas para tal continuo fiel ao "estilhaço duma desportiva" velha, gasta, sem ABS (mas com uma bomba radial, pastilhas a sério e tubos decentes), sem controlo de tracção (é só rodar até começar a escorregar), sem suspensões electrónicas (mas com "tornillos" para afinar a gosto), sem display digital (a shift-ligt às vezes ajuda quando já não vês o ponteiro do contra-rotações e ainda estás à espera de lá haver mais um cheirinho), sem catalisador (não havia falsas preocupações desnecessárias) e com uma injecção básica muito bem concebida que permite subir dos 600m até aos 1990m sem engasganços...
Cresci e vivo numa família sem grandes recursos, mas que sempre teve a p#ta da falha técnica de gostar de motos, nunca se conseguiu andar com motos novas, nem topos de gama ou exóticas, sempre se começou com motos básicas e baratas. Mas garantidamente qualquer uma melhor que esse monte de m#rda!!
Vindaloo, não se trata de naves espaciais, apenas de m#rda plastificada que em breve não passa de poluição perdida num aterro ou oceano.
Andar de moto, para mim, trata-se de sensações. E nem sequer se trata da cilindrada ou potência da moto.
Dou-te um exemplo básico e simples: tenho um carinho muito especial pela Suzuki GN250. Poucas motos devem existir mais simples e básicas, foi a moto com que tirei a carta, nada performante, obsoleta, pouco apta a grandes habilidades, mas há poucos anos dei por mim divertidíssimo durante uma tarde inteira em que andei com uma sem capacete a curtir, descontraidíssimo.
Também gosto de performance e andar o mais depressa que consigo, esticar os limites de vez em quando, puxar a corda até ao pentelho de estar quase a parti o focinho; mas para tal continuo fiel ao "estilhaço duma desportiva" velha, gasta, sem ABS (mas com uma bomba radial, pastilhas a sério e tubos decentes), sem controlo de tracção (é só rodar até começar a escorregar), sem suspensões electrónicas (mas com "tornillos" para afinar a gosto), sem display digital (a shift-ligt às vezes ajuda quando já não vês o ponteiro do contra-rotações e ainda estás à espera de lá haver mais um cheirinho), sem catalisador (não havia falsas preocupações desnecessárias) e com uma injecção básica muito bem concebida que permite subir dos 600m até aos 1990m sem engasganços...
Cresci e vivo numa família sem grandes recursos, mas que sempre teve a p#ta da falha técnica de gostar de motos, nunca se conseguiu andar com motos novas, nem topos de gama ou exóticas, sempre se começou com motos básicas e baratas. Mas garantidamente qualquer uma melhor que esse monte de m#rda!!

