23-03-2015 às 22:30
Estou a gostar das vossas histórias, sim senhor.
Ainda na semana passada, a minha avó ficou escandalizada por andar de mota num dia de chuva intensa.
Já fui ao chão com o Saphyr. Queda pequena mas ainda assim deixou uma bela medalha no joelho. E nas costas (bati com elas no lancil do passeio). Fiquei com medo. Inclino-me menos nas curvas, tento manter-me quieta em dias de chuva, mesmo quando estou desconfortável. São pancas.
Mas verdade seja dita, prefiro esses cuidados. É bom deixar a adrenalina picar de vez em quando. Ainda que, numa versão mais reduzida já que, por enquanto, sou só pendura. Mas gosto de poder confiar em quem me conduz. Seja num carro ou numa mota. E verdade seja dita, o Saphyr é mega cuidadoso. Em especial atendendo ao facto que a nossa bandida nem sempre se porta bem.
Melhor do que ter uma paixão e subsequente aprovação/apoio, é ter alguém que nos incentiva a fazer o melhor e cultiva a nossa segurança, bem como - neste caso - o respeito pela estrada e pela máquina.
Aliás, parte da razão por não ter ainda a carta deve-se ao investimento que fiz em equipamento. Agora, os meus fantásticos saltos altos vão na mochila.
Ainda na semana passada, a minha avó ficou escandalizada por andar de mota num dia de chuva intensa.
Já fui ao chão com o Saphyr. Queda pequena mas ainda assim deixou uma bela medalha no joelho. E nas costas (bati com elas no lancil do passeio). Fiquei com medo. Inclino-me menos nas curvas, tento manter-me quieta em dias de chuva, mesmo quando estou desconfortável. São pancas.
Mas verdade seja dita, prefiro esses cuidados. É bom deixar a adrenalina picar de vez em quando. Ainda que, numa versão mais reduzida já que, por enquanto, sou só pendura. Mas gosto de poder confiar em quem me conduz. Seja num carro ou numa mota. E verdade seja dita, o Saphyr é mega cuidadoso. Em especial atendendo ao facto que a nossa bandida nem sempre se porta bem.
Melhor do que ter uma paixão e subsequente aprovação/apoio, é ter alguém que nos incentiva a fazer o melhor e cultiva a nossa segurança, bem como - neste caso - o respeito pela estrada e pela máquina.
Aliás, parte da razão por não ter ainda a carta deve-se ao investimento que fiz em equipamento. Agora, os meus fantásticos saltos altos vão na mochila.
