Carlos pá!
Para isso temos que falar do que não sabemos.
Na floresta existem muitos interesses, que estão mais ou menos identificados.
Para começar temos uma corpo de guardas florestais que tem poucos recursos e pouca capacidade de acção.
Depois um corpo de bombeiros voluntários que, pelo simples facto de serem voluntários são difíceis de coordenar. Ainda nos bombeiros temos as dificuldades normais, a nível de equipamentos e formação dos bombeiros (recordo que é voluntario).
A isto juntamos a protecção civil que é algo tão invisível que quem dá a cara quase sempre são os bombeiros (uma vez mais).
O ministério da agricultura, que tutela a coisa, deveria criar um plano monotorizasse a actividade económica nesta área, que identificasse os interesses e que instaurasse inquéritos nestes casos, não só porque morreu muita gente, mas também porque existe uma extensa área ardida.
Existem nos nossos quartéis militares meios que estão ao abandono que se destinam ao combate aos incêndios, os próprios militares juram servir e proteger a pátria (tudo muito lindo) no entanto o ornamento jurídico confina-os a estar dentro dos quartéis.
É que tal criar um regimento de emergencias militar com vista isto e muito mais?
E fico-me por aqui porque as respostas podemos encontrá-las na área privada.
Em muitos casos, e não digo que seja este (tudo aponta a causas naturais), os interesses instaurados, seja da indústria de transformação, seja dos gajos das hélices, são a ignição para que as florestas ardiam sistematicamente a cada verão.
Para isso temos que falar do que não sabemos.
Na floresta existem muitos interesses, que estão mais ou menos identificados.
Para começar temos uma corpo de guardas florestais que tem poucos recursos e pouca capacidade de acção.
Depois um corpo de bombeiros voluntários que, pelo simples facto de serem voluntários são difíceis de coordenar. Ainda nos bombeiros temos as dificuldades normais, a nível de equipamentos e formação dos bombeiros (recordo que é voluntario).
A isto juntamos a protecção civil que é algo tão invisível que quem dá a cara quase sempre são os bombeiros (uma vez mais).
O ministério da agricultura, que tutela a coisa, deveria criar um plano monotorizasse a actividade económica nesta área, que identificasse os interesses e que instaurasse inquéritos nestes casos, não só porque morreu muita gente, mas também porque existe uma extensa área ardida.
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É que tal criar um regimento de emergencias militar com vista isto e muito mais?
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Em muitos casos, e não digo que seja este (tudo aponta a causas naturais), os interesses instaurados, seja da indústria de transformação, seja dos gajos das hélices, são a ignição para que as florestas ardiam sistematicamente a cada verão.
I just don't run with the crowd!
https://discord.gg/sKS9mxBbq
https://www.youtube.com/@loneriderendlessroad8327
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