21-03-2015 às 01:11
Muito interessante este tópico, estou a adorar!
A minha história em relação às motas é bem menos interessante que a maioria das que estão aqui relatadas, dado que nunca tive grandes entraves... Claro, a minha mãe é quem mais sofre, mas de resto, e quando foi para tirar a carta, tanto o meu pai como a minha mãe fizeram questão que eu tirasse as duas.
O meu pai tem motas/motorizadas há mais de 40 anos, gosta bastante, e quando eu era puto levava-me muitas vezes com ele a passear numa honda que ele teve. Depois houve uma altura em que vendeu as motas todas, porque andou meio emigrado, e quando eu tinha os meus 17 anos ele arranjou uma casal 4. Comecei a minha experiência por conta própria nessa casal, e o bicho de certa forma voltou. Entretanto tirei a Carta A e B, e como entretanto fui estudar, o dinheiro não deu para tudo e a coisa andou meia adormecida. Acabei a universidade, fui trabalhar, e passado uns tempos a vontade de comprar moto reapareceu. Andei uns 2 anos no vai não vai, até que o meu pai arranja uma Kawazaki ER 500. Pedi-lhe para dar uma volta, e não resisti, uns meses depois finalmente comprei a minha própria montada.
Em relação à minha mãe, a certa altura da vida dela teve que se deslocar para o trabalho de motorizada, por isso esta coisa das motas não lhe é totalmente estranha. Até posso dizer que os meus dois avôs se babaram quando lhes fui apresentar a burra eheh.
Não posso dizer que foi algo que nasceu comigo, como vejo que aconteceu com muitos dos camaradas aqui do fórum, até porque senão fosse a paixão do meu pai pelas motos, muito provavelmente me passariam ao lado. Mas estou contente por ele me ter passado o bichinho.
A minha história em relação às motas é bem menos interessante que a maioria das que estão aqui relatadas, dado que nunca tive grandes entraves... Claro, a minha mãe é quem mais sofre, mas de resto, e quando foi para tirar a carta, tanto o meu pai como a minha mãe fizeram questão que eu tirasse as duas.
O meu pai tem motas/motorizadas há mais de 40 anos, gosta bastante, e quando eu era puto levava-me muitas vezes com ele a passear numa honda que ele teve. Depois houve uma altura em que vendeu as motas todas, porque andou meio emigrado, e quando eu tinha os meus 17 anos ele arranjou uma casal 4. Comecei a minha experiência por conta própria nessa casal, e o bicho de certa forma voltou. Entretanto tirei a Carta A e B, e como entretanto fui estudar, o dinheiro não deu para tudo e a coisa andou meia adormecida. Acabei a universidade, fui trabalhar, e passado uns tempos a vontade de comprar moto reapareceu. Andei uns 2 anos no vai não vai, até que o meu pai arranja uma Kawazaki ER 500. Pedi-lhe para dar uma volta, e não resisti, uns meses depois finalmente comprei a minha própria montada.
Em relação à minha mãe, a certa altura da vida dela teve que se deslocar para o trabalho de motorizada, por isso esta coisa das motas não lhe é totalmente estranha. Até posso dizer que os meus dois avôs se babaram quando lhes fui apresentar a burra eheh.
Não posso dizer que foi algo que nasceu comigo, como vejo que aconteceu com muitos dos camaradas aqui do fórum, até porque senão fosse a paixão do meu pai pelas motos, muito provavelmente me passariam ao lado. Mas estou contente por ele me ter passado o bichinho.
