29-05-2017 às 23:03
Desculpem-me a ausência, mas o trabalho não me te tem permitido uma resposta à altura da vossa ajuda. Mal publiquei aqui no Forúm, na manhã seguinte, segui para o Alentejo, mais concretamente para os lados da Comporta, de modo, a ver o estado da criatura abandonada.
Saí da Margem Sul (Costa da Caparica, para os mais curiosos) pela hora de almoço , atravessei a Serra da Arrábida, descendo até à cidade Setúbal para apanhar o ferry até Tróia.
Após saber que o barco demorava 1h30, fiz inversão de marcha e segui pela nacional até Alcácer do Sal, local ideal para parar a moto numa berma e sacar da marmita. Não há nada como comer de um tupperware, vendo os enlatados a invejarem toda a minha liberdade.
Cheguei ao local, onde o Diabo foi cagar e se esqueceu das cuecas, mesmo depois do Fim do Mundo, onde a majestosa CB750 SevenFifty vive durante uns bons anos. Estava ansioso por ver qual a saúde que apresentava. Pela fotografias que via na internet, parecia-me pouco apetitosa, visualmente. É aquela mulher que é muito pouco fotogênica, mas que quando a conheces, tem aquele "je ne sais quoi" que te faz deseja-la.
Ora, esta moto está sob a minha alçada. É minha por direito de herança. Os pêlos nos peitos já me cresceram e a fase das punhetas também, portanto, há que arranjar uma guita e mecânico de confiança que não me vá ao cu. Ela precisa de amor, cuidado, atenção e muitos km´s. 28000 ainda é uma adolescente que foi abandonada no orfanato. Custa-me vê-la naquele estado.
Ora, eu para ser sincero, não quero uma moto para o dia-a-dia que não tenha ABS, nos dias de chuva, dão uma ganda ajuda.
Quero por-me na pista mal tens tenha condições (moto, material, dinheiro, etc). Portanto, tenho que por opções em cima da mesa, e pensar calmamente qual a estratégia que vou seguir. A verdade é que não chove todos os dias, mas ABS é algo que me habituei (talvez, erradamente), senão até ia buscar uma SRAD ou uma ZX para pôr os joelhos no chão. O meu erro é querer ter uma desportiva para a pista e o para o dia-a-dia, ficando com a CB750 para papa km´s.
O tempo dirá o meu caminho...
Saí da Margem Sul (Costa da Caparica, para os mais curiosos) pela hora de almoço , atravessei a Serra da Arrábida, descendo até à cidade Setúbal para apanhar o ferry até Tróia.
Após saber que o barco demorava 1h30, fiz inversão de marcha e segui pela nacional até Alcácer do Sal, local ideal para parar a moto numa berma e sacar da marmita. Não há nada como comer de um tupperware, vendo os enlatados a invejarem toda a minha liberdade.
Cheguei ao local, onde o Diabo foi cagar e se esqueceu das cuecas, mesmo depois do Fim do Mundo, onde a majestosa CB750 SevenFifty vive durante uns bons anos. Estava ansioso por ver qual a saúde que apresentava. Pela fotografias que via na internet, parecia-me pouco apetitosa, visualmente. É aquela mulher que é muito pouco fotogênica, mas que quando a conheces, tem aquele "je ne sais quoi" que te faz deseja-la.
Ora, esta moto está sob a minha alçada. É minha por direito de herança. Os pêlos nos peitos já me cresceram e a fase das punhetas também, portanto, há que arranjar uma guita e mecânico de confiança que não me vá ao cu. Ela precisa de amor, cuidado, atenção e muitos km´s. 28000 ainda é uma adolescente que foi abandonada no orfanato. Custa-me vê-la naquele estado.
Ora, eu para ser sincero, não quero uma moto para o dia-a-dia que não tenha ABS, nos dias de chuva, dão uma ganda ajuda.
Quero por-me na pista mal tens tenha condições (moto, material, dinheiro, etc). Portanto, tenho que por opções em cima da mesa, e pensar calmamente qual a estratégia que vou seguir. A verdade é que não chove todos os dias, mas ABS é algo que me habituei (talvez, erradamente), senão até ia buscar uma SRAD ou uma ZX para pôr os joelhos no chão. O meu erro é querer ter uma desportiva para a pista e o para o dia-a-dia, ficando com a CB750 para papa km´s.
O tempo dirá o meu caminho...

