08-03-2017 às 11:58
(Mensagem modificada pela última vez: 08-03-2017 às 12:01 por marco.clara.)
Não me importo de ser o primeiro a atirar para o tanque dos tubarões. 
Uma das coisas que, desde que aprendi, nunca mais deixei de utilizar, foi a usar o travão de trás para correção e melhor definição de trajetórias em curva. Cortesia do Nuno Barradas da escola de pilotagem da Honda, que me "mostrou a luz". O lado menos bom da coisa, foi que para quem quase nunca substituía pastilhas atrás, passei a ter uma despesa maior com estes consumíveis. O benefício compensa.
Outra das técnicas que aprendi foi a de aplicar o peso do corpo nos pousa pés, deslocando-o do assento e baixando o centro de gravidade, o que também torna mais eficaz a definição da trajetória.
PS: apesar das técnicas acima expostas, e talvez em resultado de algumas quedas/acidentes que tive, assumo que sou um mariquinhas a curvar, e que tenho galinhas nos pneus que nunca mais acabam! Mas pelo menos continuo a andar de mota

Uma das coisas que, desde que aprendi, nunca mais deixei de utilizar, foi a usar o travão de trás para correção e melhor definição de trajetórias em curva. Cortesia do Nuno Barradas da escola de pilotagem da Honda, que me "mostrou a luz". O lado menos bom da coisa, foi que para quem quase nunca substituía pastilhas atrás, passei a ter uma despesa maior com estes consumíveis. O benefício compensa.

Outra das técnicas que aprendi foi a de aplicar o peso do corpo nos pousa pés, deslocando-o do assento e baixando o centro de gravidade, o que também torna mais eficaz a definição da trajetória.
PS: apesar das técnicas acima expostas, e talvez em resultado de algumas quedas/acidentes que tive, assumo que sou um mariquinhas a curvar, e que tenho galinhas nos pneus que nunca mais acabam! Mas pelo menos continuo a andar de mota

