07-12-2016 às 10:52
Sem dúvida que o mais relevante nesta situação é mesmo teres saído praticamente incólume
A mota é o menos, poderá vir a dar despesa mas antes isso que uma perna partida! Boa sorte com a seguradora, estou a torcer para que te dêm razão porque isto nem sempre são favas contadas.
Aqui há cerca de 1 ano a minha namorada, de carro, travou para "se desviar de um cão", a carrinha de trolhas que vinha atrás não teve tempo e deu-lhe um toque do lado esquerdo, nada de muito grave e ninguém se magoou, ainda assim as seguradoras concordaram em discordar, ou seja, ninguém encontro cão nenhum (como se as a probabilidades fossem altas de isso acontecer....) logo a culpa foi repartida, ela porque travou ao lhe "parecer" ter visto um cão a atravessar a estrada, e eles porque iam demasiado em cima para evitar a colisão.
A mota é o menos, poderá vir a dar despesa mas antes isso que uma perna partida! Boa sorte com a seguradora, estou a torcer para que te dêm razão porque isto nem sempre são favas contadas.
Aqui há cerca de 1 ano a minha namorada, de carro, travou para "se desviar de um cão", a carrinha de trolhas que vinha atrás não teve tempo e deu-lhe um toque do lado esquerdo, nada de muito grave e ninguém se magoou, ainda assim as seguradoras concordaram em discordar, ou seja, ninguém encontro cão nenhum (como se as a probabilidades fossem altas de isso acontecer....) logo a culpa foi repartida, ela porque travou ao lhe "parecer" ter visto um cão a atravessar a estrada, e eles porque iam demasiado em cima para evitar a colisão.
