18-11-2016 às 19:19
2030 não é? Isso é meter a corda no pescoço tanto das construtoras como dos consumidores.
Não vai acontecer.
Os combustíveis fósseis são a base da base da base das economias mundiais. O crude põe camiões a fazer chegar os bens pelo país, carros em movimento, tupperwares nos armários, enfim, do mais básico ao mais vital.
Se fosse um país nórdico qualquer, pequenito, com meia dúzia de dezenas de milhar de habitantes para governar, perdido no meio da Europa, cuja economia andasse à volta das papoilas, se calhar até seria realista, é que a cultura do carro nesses países diferente, muitas vezes preteridos em função por exemplo da bicicleta (que também tem pneus de borracha e a borracha não é "verde"!). Agora numa Alemanha que tem apenas e só as marcas que mais vendem a nivel mundial e que tanto dinheiro dão ao governo e aos cidadãos estar a impor uma meta relativa a algo tão fraturante, tem tanto de audacioso como de potencialmente catastrófico.
É que não é só o requisito tecnológico, é o enorme esforço e investimento logístico e humano que isso acarreta. Entre dar formação e fazer lay-off, muita gente ia sair a perder.
Acredito que continuará a ser um processo muito gradual, dando tempo às mentes brilhantes para incrementar sobre o que já existe e fazer mais e melhor com menos. É a única forma saudável de levar isto avante. E não há nada de mal nisso.
O planeta não está em perigo, nós é que estamos, o planeta já passou por muito, e ainda cá está. Nós não temos futuro por estas bandas, a humanidade precisa pensar em abandonar esta esfera e procurar outras, é aí que reside a "salvação", esta está sobreexplorada e à beira do esgotamento, não há espaço nem sustentabilidade para continuar muito mais tempo.
Não vai acontecer.
Os combustíveis fósseis são a base da base da base das economias mundiais. O crude põe camiões a fazer chegar os bens pelo país, carros em movimento, tupperwares nos armários, enfim, do mais básico ao mais vital.
Se fosse um país nórdico qualquer, pequenito, com meia dúzia de dezenas de milhar de habitantes para governar, perdido no meio da Europa, cuja economia andasse à volta das papoilas, se calhar até seria realista, é que a cultura do carro nesses países diferente, muitas vezes preteridos em função por exemplo da bicicleta (que também tem pneus de borracha e a borracha não é "verde"!). Agora numa Alemanha que tem apenas e só as marcas que mais vendem a nivel mundial e que tanto dinheiro dão ao governo e aos cidadãos estar a impor uma meta relativa a algo tão fraturante, tem tanto de audacioso como de potencialmente catastrófico.
É que não é só o requisito tecnológico, é o enorme esforço e investimento logístico e humano que isso acarreta. Entre dar formação e fazer lay-off, muita gente ia sair a perder.
Acredito que continuará a ser um processo muito gradual, dando tempo às mentes brilhantes para incrementar sobre o que já existe e fazer mais e melhor com menos. É a única forma saudável de levar isto avante. E não há nada de mal nisso.
O planeta não está em perigo, nós é que estamos, o planeta já passou por muito, e ainda cá está. Nós não temos futuro por estas bandas, a humanidade precisa pensar em abandonar esta esfera e procurar outras, é aí que reside a "salvação", esta está sobreexplorada e à beira do esgotamento, não há espaço nem sustentabilidade para continuar muito mais tempo.
