04-09-2016 às 15:17
Não sei onde viajaste nos EUA, mas é muito comum na costa este encontrares inclusive shell, bp 100 RON em vias mais movimentadas e de maior tráfego.
Desce a octanagem quando mais remoto for o local. Princípio este verificado por mim nas (poucas) viagens que tenho feito.
Em Portugal, curiosamente tem-se dificuldade em arranjar 98 em Lisboa - dizem, mas em Leiria (concelho e freguesia) acho que ainda não reparei num posto onde não se disponibilizasse 98 e curiosamente ontem, até perdido no meio da serra atestei com 98.
Em motociclismo aventura, o problema da octanagem e qualidade geral do combustível é muito recorrente e de maior expressão do que nós andarmos no meio da cidade com 98 ou 95.
Há relatos de postos na américa do sul, russia, mongolia etc a disponibilizarem como única opção 77, 80 Ron e afins, por vezes directamente de um jerrican de um revendedor local. Sem tanques próprios, sem bombas certificadas etc...
Mas as motas andam na mesma. Menos bem mas andam. Como já o referi algures noutro contexto, em geral o dono é mais hipocondríaco que a mota em si.
Não quer dizer que não tentemos tratar as nossas motas o melhor possível.
Portugal é possivelmente dos países do Mundo onde a qualidade do combustível é melhor, onde encontramos mais frequentemente postos de abastecimento e onde os preços são mais homogéneos entre marcas.
Aparte o preço (sempre questionável) estamos muito bem servidos.
Desce a octanagem quando mais remoto for o local. Princípio este verificado por mim nas (poucas) viagens que tenho feito.
Em Portugal, curiosamente tem-se dificuldade em arranjar 98 em Lisboa - dizem, mas em Leiria (concelho e freguesia) acho que ainda não reparei num posto onde não se disponibilizasse 98 e curiosamente ontem, até perdido no meio da serra atestei com 98.
Em motociclismo aventura, o problema da octanagem e qualidade geral do combustível é muito recorrente e de maior expressão do que nós andarmos no meio da cidade com 98 ou 95.
Há relatos de postos na américa do sul, russia, mongolia etc a disponibilizarem como única opção 77, 80 Ron e afins, por vezes directamente de um jerrican de um revendedor local. Sem tanques próprios, sem bombas certificadas etc...
Mas as motas andam na mesma. Menos bem mas andam. Como já o referi algures noutro contexto, em geral o dono é mais hipocondríaco que a mota em si.
Não quer dizer que não tentemos tratar as nossas motas o melhor possível.
Portugal é possivelmente dos países do Mundo onde a qualidade do combustível é melhor, onde encontramos mais frequentemente postos de abastecimento e onde os preços são mais homogéneos entre marcas.
Aparte o preço (sempre questionável) estamos muito bem servidos.

