A minha primeira queda foi pouco depois de ter tirado a carta, passado pouco mais de um mês.
Primeiro sábado das ferias de Natal, esteve a chover de manhã. A seguir ao almoço, agarrei na cbf125 e fui até Penela (que é aqui perto), com tensões de ir ver o presépio animado ao Castelo.
A subida para o castelo é bastante inclinada, em calçada daquela bem polida (que estava ainda molhada). Vou a subir, devagar, e deparo-me com uma carrinha da RTP atravessada a cortar a entrada para o parque do castelo. Ponho o pé no chão, escorrego. Ponho outra vez e continuei a escorregar lentamente. Fui escorregando até finalmente a mota cair, já muito perto do chão... eu não cheguei a cair.
Isto foi tudo presenciado por um câmaraman e algum staf da RTP... quem me veio ajudar a levantar a mota até foi o câmaraman, depois de poisar a câmara. Fosse outro canal e ainda aparecia algures
(A queda não deixou mazelas visíveis nem em mim nem na mota. A RTP estava lá porque iam fazer um daqueles programas de festas que passam à tarde).
Algum tempo depois apanhei areia numa rotunda. A frente fugiu-me (pareceu-me que a traseira também fugiu um pouco), não sei bem como, mas consegui controlar a coisa... só que, para isso, alarguei um nadinha a mais a trajectória e fui raspar com o escape e pneu de trás no lancil do passeio. A mota "prendeu" e eu saí disparado (também não sei bem como, meio para a frente meio para o lado). Aterrei de pé, uns dois metros mais à frente, e ainda olhei para trás e consegui ver a mota a cair já parada.
Em mim 0 mazelas. Na mota uns riscos no escape, por baixo, e dois riscos pequenos, um na carenagem outro no espelho.
Finalmente, já com a NC 700, tive um acidente contra a traseira de um carro, cujas as circunstâncias já contei.Até nisso tive sorte porque, mais uma vez, fiquei de pé.
Apenas me aleijei num dedo (porque parti o vidro de trás do carro com a mão e o vidro cortou um bocado da luva e do meu dedo) e no joelho direito (porque ou o joelho partiu o farol do carro ou amolgou a chapa por cima da roda... mas acho que foi no farol).
Na mota também não houve mazelas muito graves.
Só não vim de mota para casa porque o guiador empenou e eu estava a uns 200 km de casa... Mesmo assim ainda tentei.
Aliás, arranquei, à frente dos bombeiros, o penso que me tinham feito no dedo porque era demasiado grande para conduzir e me estava a estorvar para apertar o espelho no sitio. Depois, como voltou a sangrar fizeram outro (mas mais pequeno). Mas isso e outras avarias também foi tudo porque estava um bocado em piloto automático
A mota, levou o guiador, a manete do travão e o espelho novos. O resto não teve danos de maior (mesmo o espelho até já me arrependi de o trocar).
Bateu mais psicologicamente uns dias depois do que no momento. Mas também tentei voltar logo à estrada.
Fora isso, vários sustos, mas sem quedas.
Primeiro sábado das ferias de Natal, esteve a chover de manhã. A seguir ao almoço, agarrei na cbf125 e fui até Penela (que é aqui perto), com tensões de ir ver o presépio animado ao Castelo.
A subida para o castelo é bastante inclinada, em calçada daquela bem polida (que estava ainda molhada). Vou a subir, devagar, e deparo-me com uma carrinha da RTP atravessada a cortar a entrada para o parque do castelo. Ponho o pé no chão, escorrego. Ponho outra vez e continuei a escorregar lentamente. Fui escorregando até finalmente a mota cair, já muito perto do chão... eu não cheguei a cair.
Isto foi tudo presenciado por um câmaraman e algum staf da RTP... quem me veio ajudar a levantar a mota até foi o câmaraman, depois de poisar a câmara. Fosse outro canal e ainda aparecia algures
(A queda não deixou mazelas visíveis nem em mim nem na mota. A RTP estava lá porque iam fazer um daqueles programas de festas que passam à tarde).
Algum tempo depois apanhei areia numa rotunda. A frente fugiu-me (pareceu-me que a traseira também fugiu um pouco), não sei bem como, mas consegui controlar a coisa... só que, para isso, alarguei um nadinha a mais a trajectória e fui raspar com o escape e pneu de trás no lancil do passeio. A mota "prendeu" e eu saí disparado (também não sei bem como, meio para a frente meio para o lado). Aterrei de pé, uns dois metros mais à frente, e ainda olhei para trás e consegui ver a mota a cair já parada.
Em mim 0 mazelas. Na mota uns riscos no escape, por baixo, e dois riscos pequenos, um na carenagem outro no espelho.
Finalmente, já com a NC 700, tive um acidente contra a traseira de um carro, cujas as circunstâncias já contei.Até nisso tive sorte porque, mais uma vez, fiquei de pé.
Apenas me aleijei num dedo (porque parti o vidro de trás do carro com a mão e o vidro cortou um bocado da luva e do meu dedo) e no joelho direito (porque ou o joelho partiu o farol do carro ou amolgou a chapa por cima da roda... mas acho que foi no farol).
Na mota também não houve mazelas muito graves.
Só não vim de mota para casa porque o guiador empenou e eu estava a uns 200 km de casa... Mesmo assim ainda tentei.
Aliás, arranquei, à frente dos bombeiros, o penso que me tinham feito no dedo porque era demasiado grande para conduzir e me estava a estorvar para apertar o espelho no sitio. Depois, como voltou a sangrar fizeram outro (mas mais pequeno). Mas isso e outras avarias também foi tudo porque estava um bocado em piloto automático
A mota, levou o guiador, a manete do travão e o espelho novos. O resto não teve danos de maior (mesmo o espelho até já me arrependi de o trocar).
Bateu mais psicologicamente uns dias depois do que no momento. Mas também tentei voltar logo à estrada.
Fora isso, vários sustos, mas sem quedas.
Blog com fotos de passeios de mota em: http://naosougajodefazerblogs.blogspot.pt/
Cumprimentos "V"!
--Cláudio A. B. Silva--

