Mas isto da potência e respectivos números tem muito que se lhe diga. Possivelmente o Cabs é que saberá explicar isto melhor que ninguém.
Em teoria, a potência máxima produzida por um motor atmosférico deveria ser sempre medida na cambota, e apenas o motor em si, que será esse o valor mais real possível. Quando começas a aplicar "apêndices" ao mesmo, como bomba de água (se for LC), estator / alternador, etc.... começas a ter perdas de potência.
E quanto mais essa potência for transmitida, mais perdas ocorrerão. Até simples variações de temperatura, localização geográfica, altitude, gravidade, etc., podem influir nos resultados.
A potência de um motor montado, em bancada, é assim medida na transmissão primária, por ser a forma mais fácil e "próxima" à potência real. Mas aquilo que acabamos por usar, no fundo, é a potência final à roda, pois é aquela que é a utilizável.... e sempre menor, por razões lógicas, aos valores declarados.
Era comum nos ensaios e comparativos jornalísticos serem referidos estes valores finais, medidos em banco de ensaio.
Em teoria, a potência máxima produzida por um motor atmosférico deveria ser sempre medida na cambota, e apenas o motor em si, que será esse o valor mais real possível. Quando começas a aplicar "apêndices" ao mesmo, como bomba de água (se for LC), estator / alternador, etc.... começas a ter perdas de potência.
E quanto mais essa potência for transmitida, mais perdas ocorrerão. Até simples variações de temperatura, localização geográfica, altitude, gravidade, etc., podem influir nos resultados.
A potência de um motor montado, em bancada, é assim medida na transmissão primária, por ser a forma mais fácil e "próxima" à potência real. Mas aquilo que acabamos por usar, no fundo, é a potência final à roda, pois é aquela que é a utilizável.... e sempre menor, por razões lógicas, aos valores declarados.
Era comum nos ensaios e comparativos jornalísticos serem referidos estes valores finais, medidos em banco de ensaio.

