01-06-2016 às 12:29
Não sei se aconteceu com vocês.... mas nos meus tempos de escola, participei em várias acções de formação teóricas promovidas pela Prevenção Rodoviária Portuguesa, bem como participação em circuitos de "simulação" com carros de pedais e/ou bicicletas.... o que embora de forma muito genérica e até numa toada mais lúdica, serviu para abrir os olhos a muitos de nós, enquanto crianças, para esta questão da condução e educação rodoviária.
Até mesmo no jardim do Campo Grande, em Lisboa, havia um circuito para crianças, com carros e bicicletas, aonde nas vias sinalizadas, poderiam meter em prática os conhecimentos de código da estrada que já possuíam, e aonde os meus pais, nas tardes de domingo, me levavam com frequência.
Depois, por meu interesse próprio, lembro-me bem quando a minha mãe andou a tirar a carta, ainda em meados dos anos 80, (o meu pai já a tinha antes de eu ter nascido), estudar com ela e fazer testes de regras e sinais, com resultados muito satisfatórios para um "puto" que apenas tinha curiosidade na coisa.
Do ponto de vista teórico, tanto o foi, que quer no (pseudo)exame da licença camarária de ciclomotor (com 16 anos), como mais tarde no exame de código para a carta (já com 18 anos), a aprovação foi simples e à primeira, sem qualquer questão errada. Ainda sou do tempo dos exames teóricos em papel, com dois testes (um de regras e outro de sinais).
Do ponto de vista prático (e embora de forma ilegal), já conduzia lá no bairro ou na praceta aonde morava, ainda antes de ter a carta.
Mas esta componente pedagógica do ensino da teoria da condução deveria ser mesmo obrigatória. Até porque as normas prescritas no CE não se destinam apenas a quem conduz veículos motorizados.... mas a todos que usem a via pública, seja a pé, seja em qualquer outro tipo de veiculo de locomoção, motorizado, não motorizado ou animal... o que significa 99,9% das pessoas. Daí o seu conhecimento ser essencial.
Até mesmo no jardim do Campo Grande, em Lisboa, havia um circuito para crianças, com carros e bicicletas, aonde nas vias sinalizadas, poderiam meter em prática os conhecimentos de código da estrada que já possuíam, e aonde os meus pais, nas tardes de domingo, me levavam com frequência.
Depois, por meu interesse próprio, lembro-me bem quando a minha mãe andou a tirar a carta, ainda em meados dos anos 80, (o meu pai já a tinha antes de eu ter nascido), estudar com ela e fazer testes de regras e sinais, com resultados muito satisfatórios para um "puto" que apenas tinha curiosidade na coisa.
Do ponto de vista teórico, tanto o foi, que quer no (pseudo)exame da licença camarária de ciclomotor (com 16 anos), como mais tarde no exame de código para a carta (já com 18 anos), a aprovação foi simples e à primeira, sem qualquer questão errada. Ainda sou do tempo dos exames teóricos em papel, com dois testes (um de regras e outro de sinais).
Do ponto de vista prático (e embora de forma ilegal), já conduzia lá no bairro ou na praceta aonde morava, ainda antes de ter a carta.
Mas esta componente pedagógica do ensino da teoria da condução deveria ser mesmo obrigatória. Até porque as normas prescritas no CE não se destinam apenas a quem conduz veículos motorizados.... mas a todos que usem a via pública, seja a pé, seja em qualquer outro tipo de veiculo de locomoção, motorizado, não motorizado ou animal... o que significa 99,9% das pessoas. Daí o seu conhecimento ser essencial.

