Por acaso tenho uma prima que é licenciada pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Beja.
Desconheço a existência da faculdade sem alunos de Beja (ainda que não duvidando da sua existência), bem como dos privados que, como bons samaritanos dotados de uma humanidade extrema, andam a gastar dinheiro do seu bolso, só para poder acolher refugiados, se não tiverem posterior compensação com isso... mas também não acho que seja relevante para este assunto das IPO.
Ainda percebia o investimento, nos centros de IPO, nos moldes que o Nelson refere (para Inspecções B)... ou seja, gastar dinheiro em obras e equipamentos, para utilizar com aquele tipo de inspecções, ainda que não saiba se na realidade hajam inspecções B em número suficiente, para fazer lucro e rentabilizar estas obras de adaptação, em tantos centros, e curiosamente, quase todas ao mesmo tempo.
Quanto ao Cloud, achava pertinente que ele desse uma olhada nuns quantos cadernos de encargos de obras... de iniciativa pública e de âmbito privado, para poder perceber estes "meandros".
E já agora, se possível, que fosse perguntar aos proprietários ou concessionários dos centros de IPO, como empresas privadas que são, se eles estão dispostos a gastar dinheiro, em obras e equipamentos, nos seus centros, preparando-os com linhas para algo que hipoteticamente poderá não vir a existir, como sejam as IPO a motos.
Aguardam-se as respectivas conclusões!
Desconheço a existência da faculdade sem alunos de Beja (ainda que não duvidando da sua existência), bem como dos privados que, como bons samaritanos dotados de uma humanidade extrema, andam a gastar dinheiro do seu bolso, só para poder acolher refugiados, se não tiverem posterior compensação com isso... mas também não acho que seja relevante para este assunto das IPO.
Ainda percebia o investimento, nos centros de IPO, nos moldes que o Nelson refere (para Inspecções B)... ou seja, gastar dinheiro em obras e equipamentos, para utilizar com aquele tipo de inspecções, ainda que não saiba se na realidade hajam inspecções B em número suficiente, para fazer lucro e rentabilizar estas obras de adaptação, em tantos centros, e curiosamente, quase todas ao mesmo tempo.
Quanto ao Cloud, achava pertinente que ele desse uma olhada nuns quantos cadernos de encargos de obras... de iniciativa pública e de âmbito privado, para poder perceber estes "meandros".
E já agora, se possível, que fosse perguntar aos proprietários ou concessionários dos centros de IPO, como empresas privadas que são, se eles estão dispostos a gastar dinheiro, em obras e equipamentos, nos seus centros, preparando-os com linhas para algo que hipoteticamente poderá não vir a existir, como sejam as IPO a motos.
Aguardam-se as respectivas conclusões!

