Já não me recordo da última vez que andei à pendura de alguém. Mas possivelmente, dessa derradeira vez, e das antecessoras, muitos de vocês ainda cagavam fraldas, ou andavam a "saltar de um para outro".
99% do tempo em que o banco do passageiro da minha moto está ocupado, é com a minha "cara metade" (o outro 1% foi o gajo da Sucati cor de frigorífico, na ida ao Porto, para a resgatar
).
Deste modo, a minha pendura, possivelmente com mais milhares de kms na garupa, que alguns de vocês têm, como condutores, também foi aprendendo e criando as suas próprias técnicas e posturas de "navegação".
Devo dizer que quando ando com ela, a coisa está de tal modo "oleada" (em relação ao andar de moto
), que, por exemplo, faço estradas sinuosas, em toada "sport", quase como se fosse a solo.
Já inclusivé fiz viagens grandes, de noite, em que, por momentos, tenho de lhe meter a mão no joelho, para saber que ela (ainda) vem lá! Já aconteceu por exemplo, numa vinda do Algarve, pela monotonia do percurso, ela adormecer.
99% do tempo em que o banco do passageiro da minha moto está ocupado, é com a minha "cara metade" (o outro 1% foi o gajo da Sucati cor de frigorífico, na ida ao Porto, para a resgatar
).Deste modo, a minha pendura, possivelmente com mais milhares de kms na garupa, que alguns de vocês têm, como condutores, também foi aprendendo e criando as suas próprias técnicas e posturas de "navegação".
Devo dizer que quando ando com ela, a coisa está de tal modo "oleada" (em relação ao andar de moto
), que, por exemplo, faço estradas sinuosas, em toada "sport", quase como se fosse a solo.Já inclusivé fiz viagens grandes, de noite, em que, por momentos, tenho de lhe meter a mão no joelho, para saber que ela (ainda) vem lá! Já aconteceu por exemplo, numa vinda do Algarve, pela monotonia do percurso, ela adormecer.

