06-04-2016 às 10:47
O trabalho não é meu.
É de uma Sra, com quem estive casado e que sabe bem do que fala.
Aqui deixo a transcrição, fiel e completa, do texto.
Aqui deixo as Técnicas de Pendurismo...
[justify]Primeiro e fundamental:
Se a pendura, não confiar no condutor ou na mota o melhor é não montar. Mota e condutor devem formar um binómio perfeito e, no caso da existência do pendura deve ser um trinómio de harmonia completa. Se não há confiança na Moto ou no condutor, jamais haverá harmonia e por consequente a segurança dos três estará em causa!
O que não se pode fazer NUNCA:
1º Apoiar-se nos ombros do condutor, porque será o mesmo que tocar no guiador da mota e desvia-la de trajectória.
2º Montar ou desmontar sem prévio aviso. Muitas quedas paradas são derivados desses pequenos pormenores!
3º Em velocidade, fazer movimentos bruscos, retirar os pés dos estribos ou abrir os braços.
4º Quando a mota esta carregada, (que é competência do condutor carregar a mota correctamente), não tocar em nada sob pena de desiquilibar o peso ou perder a carga em viagem (isto também se aplica às malas). Se em algum momento a carga estorvar ou nos deixa desconfortáveis, devemos avisar desse pormenor!
5º "Nunca" olhar para o velocímetro, sob pena de transferir mais peso para uns dos lados da mota (normalmente o esquerdo). A velocidade é um reino do condutor e nós (penduras), apenas podemos fazer duas coisas; transferir o nosso peso para um dos lados da moto, pondo em risco o equilibrio de todo o conjunto, ou ir “quietinha” ajudando-o transformando o nosso peso num peso neutro!
Atenção isto não implica que não nos inclinemos nas curvas.
8)
Em condução, onde apoiar-se?
Isto depende muito do estilo da condução do condutor, do tipo de mota e do tipo de pendura….
Mas eu sou pequenita,
ops: então e conforme diz o Rui não sou grande problema no que toca a transição de massas. Mas inicalmente o Rui ensinou alguns pontos de referencia….
Aqui vai:
O maior problema das penduras é o de segurar-se de forma confortável. Não vale agarrar-se ao casaco do condutor, porque vamos limitar as suas acções então só nos resta ou o depósito ou as pegas atrás!
Eu seguro-me ao deposito e dentro do meu campo visual, marco as curvas para fazer o que o Rui me ensinou:
1º A travagem para entrar em curva, a força da mesma, manda-nos contra as costas do condutor, para evitar isto eu aperto os meus joelhos contra o "bum bum"
do Rui, evitando assim que deslize para cima dele.
2º Quando ele deixa de travar, eu automaticamente deixo de o fazer, deixando as pernas relaxadas para que ele possa deslizar para o interior da curva, fazendo o mesmo com o meu olhar, permitindo que o ajude a fazer a curva.
3º Feita a curva, chega o momento de acelerar e com a mota direita, limito-me a fazer um bocadinho de força com os meus cotovelos contra as suas costelas, imperdindo assim que o " descarregar de cavalos"
da Maria das Curvas me deixe para trás!
4º Em velocidade, devemos sempre aproximar o nosso corpo ao do condutor, permitindo-nos proteger aerodinamicamente e evitando os turbilhões que se podem formar ao haver espaço entre ambos ocupantes da moto.
Atenção, este procedimento é bastante útil quando se vai ao “ataque”, mas no fundo é um protocolo muito válido em rotundas e algumas estradas de montanha, mesmo a baixa velocidade, sempre quando a posição o deixe! 8)
Podemos levantar-nos enquanto estamos a andar?
Sim, é dos únicos movimentos que eu faço, depois de avisar previamente e ter a confimação de que o posso fazer. Como é obvio não o devemso nunca fazer em curva e a velocidades superiores a 40km/h.
Somos uma ferramenta útil para o Condutor!?
Sim!
Quando não há via verde, levamos o ticket da autoestrada, o dinheiro para pagar e as mãos livres para o fazer…
ops:
Tambem servimos para empurrar a moto, como se fossemos a marcha atrás ou, até ás próximas bombas de abastecimento….
ops:
ops: 
…. É possível que me esquecido de algum pormenor que irei completando mais a diante!
Boas Curvas[/justify]
É de uma Sra, com quem estive casado e que sabe bem do que fala.
Aqui deixo a transcrição, fiel e completa, do texto.
Aqui deixo as Técnicas de Pendurismo...
[justify]Primeiro e fundamental:
Se a pendura, não confiar no condutor ou na mota o melhor é não montar. Mota e condutor devem formar um binómio perfeito e, no caso da existência do pendura deve ser um trinómio de harmonia completa. Se não há confiança na Moto ou no condutor, jamais haverá harmonia e por consequente a segurança dos três estará em causa!
O que não se pode fazer NUNCA:
1º Apoiar-se nos ombros do condutor, porque será o mesmo que tocar no guiador da mota e desvia-la de trajectória.
2º Montar ou desmontar sem prévio aviso. Muitas quedas paradas são derivados desses pequenos pormenores!
3º Em velocidade, fazer movimentos bruscos, retirar os pés dos estribos ou abrir os braços.
4º Quando a mota esta carregada, (que é competência do condutor carregar a mota correctamente), não tocar em nada sob pena de desiquilibar o peso ou perder a carga em viagem (isto também se aplica às malas). Se em algum momento a carga estorvar ou nos deixa desconfortáveis, devemos avisar desse pormenor!
5º "Nunca" olhar para o velocímetro, sob pena de transferir mais peso para uns dos lados da mota (normalmente o esquerdo). A velocidade é um reino do condutor e nós (penduras), apenas podemos fazer duas coisas; transferir o nosso peso para um dos lados da moto, pondo em risco o equilibrio de todo o conjunto, ou ir “quietinha” ajudando-o transformando o nosso peso num peso neutro!
Atenção isto não implica que não nos inclinemos nas curvas.
8) Em condução, onde apoiar-se?
Isto depende muito do estilo da condução do condutor, do tipo de mota e do tipo de pendura….
Mas eu sou pequenita,
ops: então e conforme diz o Rui não sou grande problema no que toca a transição de massas. Mas inicalmente o Rui ensinou alguns pontos de referencia….Aqui vai:
O maior problema das penduras é o de segurar-se de forma confortável. Não vale agarrar-se ao casaco do condutor, porque vamos limitar as suas acções então só nos resta ou o depósito ou as pegas atrás!
Eu seguro-me ao deposito e dentro do meu campo visual, marco as curvas para fazer o que o Rui me ensinou:
1º A travagem para entrar em curva, a força da mesma, manda-nos contra as costas do condutor, para evitar isto eu aperto os meus joelhos contra o "bum bum"
do Rui, evitando assim que deslize para cima dele.2º Quando ele deixa de travar, eu automaticamente deixo de o fazer, deixando as pernas relaxadas para que ele possa deslizar para o interior da curva, fazendo o mesmo com o meu olhar, permitindo que o ajude a fazer a curva.
3º Feita a curva, chega o momento de acelerar e com a mota direita, limito-me a fazer um bocadinho de força com os meus cotovelos contra as suas costelas, imperdindo assim que o " descarregar de cavalos"
da Maria das Curvas me deixe para trás!4º Em velocidade, devemos sempre aproximar o nosso corpo ao do condutor, permitindo-nos proteger aerodinamicamente e evitando os turbilhões que se podem formar ao haver espaço entre ambos ocupantes da moto.
Atenção, este procedimento é bastante útil quando se vai ao “ataque”, mas no fundo é um protocolo muito válido em rotundas e algumas estradas de montanha, mesmo a baixa velocidade, sempre quando a posição o deixe! 8)
Podemos levantar-nos enquanto estamos a andar?
Sim, é dos únicos movimentos que eu faço, depois de avisar previamente e ter a confimação de que o posso fazer. Como é obvio não o devemso nunca fazer em curva e a velocidades superiores a 40km/h.
Somos uma ferramenta útil para o Condutor!?
Sim!
Quando não há via verde, levamos o ticket da autoestrada, o dinheiro para pagar e as mãos livres para o fazer…
ops: Tambem servimos para empurrar a moto, como se fossemos a marcha atrás ou, até ás próximas bombas de abastecimento….
ops:
ops: 
…. É possível que me esquecido de algum pormenor que irei completando mais a diante!
Boas Curvas[/justify]
I just don't run with the crowd!
https://discord.gg/sKS9mxBbq
https://www.youtube.com/@loneriderendlessroad8327
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A minha pendura, a baixas velocidades agarra-se às pegas e a velocidades mais altas agarra-se à minha cintura (é como ela se sente mais confortável). E quando inclino, também se inclina com a mota. Não tenho razão de queixa nenhuma
, a não ser o aumento do consumo de combustível.
), que, por exemplo, faço estradas sinuosas, em toada "sport", quase como se fosse a solo.
![[Imagem: wrong-bike.jpg]](https://i.postimg.cc/ZKXmMgfY/wrong-bike.jpg)
