06-01-2015 às 12:51
Boas;
A ZZR também não me deu problemas por aí além. Quando a comprei (usada com poucos km's) detectei logo um consumo de óleo algo exagerado, mas nem sequer me preocupei muito; o vendedor/mecânico prontificou-se logo a verificar o que se passava; deixei andar até ser preciso mais alguma coisa que justificasse tirar o motor cá para fora. O motor foi tirado por volta dos 50k e só nessa altura é que se descobriu que o consumo de óleo se devia basicamente ao facto dos segmentos do 2º cilindro estarem alinhados. Deu-se uma volta geral, rodaram-se válvulas, substituíram-se vedantes de válvulas e pastilhas de afinação, segmentos novos e siga. Esta foi a maior intervenção mecânica. Entretanto tive um estoiro, o primeiro orçamento excedeu logo o valor da moto. Foi nessa altura que andei a investigar a possibilidade de mandar vir de Inglaterra um "rolling frame" da Spondon ou da Harris, acabei por ir montando material original à medida que havia orçamento para tal e se ia descobrindo material usado. Esta não conta para despesas de manutenção mas serviu para saber o quanto custava o material da Kawasaki. O melhor exemplo disso é um retrovisor custar 200€ +IVA.
De resto, foi aquilo que considero comum, uns vedantes de suspensão (houve uns que duraram uma semana
) e consumíveis.
Aos 100k já estava mesmo a precisar de muita coisa, desde discos, revisão completa das bombas de travão a suspensões, passando por mais uma abertura de motor.
O meu pai embirrou que queria ficar com a moto e foi buscá-la ao stand onde a deixei, passados alguns 10k apareceram os problemas de caixa que a condenaram ao abandono no fundo duma garagem até ao dia de hoje... Como o meu pai foi buscar outra, pode ser que algum dia sirva de doadora de órgãos.
Ainda hoje adoro a ZZR 1100, já pensei em ir buscar outra e apesar de algumas contas avultadas tenho a perfeita noção que o material foi bem castigado durante a sua vida.
Admito que às vezes sou um bocado bruto e mais cedo ou mais tarde sei que vou sofrer as consequências. Não duvido que se caísse na loucura de ir buscar uma MV, rebentaria com o orçamento todo.
Tal como um amigo meu disse quando há uns anos decidiu ficar com uma Ducati 916:" Anda menos que as japonesas, mas divirto-me que nem um cão. E nunca ph#di tanto papel para andar de moto."
A ZZR também não me deu problemas por aí além. Quando a comprei (usada com poucos km's) detectei logo um consumo de óleo algo exagerado, mas nem sequer me preocupei muito; o vendedor/mecânico prontificou-se logo a verificar o que se passava; deixei andar até ser preciso mais alguma coisa que justificasse tirar o motor cá para fora. O motor foi tirado por volta dos 50k e só nessa altura é que se descobriu que o consumo de óleo se devia basicamente ao facto dos segmentos do 2º cilindro estarem alinhados. Deu-se uma volta geral, rodaram-se válvulas, substituíram-se vedantes de válvulas e pastilhas de afinação, segmentos novos e siga. Esta foi a maior intervenção mecânica. Entretanto tive um estoiro, o primeiro orçamento excedeu logo o valor da moto. Foi nessa altura que andei a investigar a possibilidade de mandar vir de Inglaterra um "rolling frame" da Spondon ou da Harris, acabei por ir montando material original à medida que havia orçamento para tal e se ia descobrindo material usado. Esta não conta para despesas de manutenção mas serviu para saber o quanto custava o material da Kawasaki. O melhor exemplo disso é um retrovisor custar 200€ +IVA.
De resto, foi aquilo que considero comum, uns vedantes de suspensão (houve uns que duraram uma semana
) e consumíveis.Aos 100k já estava mesmo a precisar de muita coisa, desde discos, revisão completa das bombas de travão a suspensões, passando por mais uma abertura de motor.
O meu pai embirrou que queria ficar com a moto e foi buscá-la ao stand onde a deixei, passados alguns 10k apareceram os problemas de caixa que a condenaram ao abandono no fundo duma garagem até ao dia de hoje... Como o meu pai foi buscar outra, pode ser que algum dia sirva de doadora de órgãos.
Ainda hoje adoro a ZZR 1100, já pensei em ir buscar outra e apesar de algumas contas avultadas tenho a perfeita noção que o material foi bem castigado durante a sua vida.
Admito que às vezes sou um bocado bruto e mais cedo ou mais tarde sei que vou sofrer as consequências. Não duvido que se caísse na loucura de ir buscar uma MV, rebentaria com o orçamento todo.
Tal como um amigo meu disse quando há uns anos decidiu ficar com uma Ducati 916:" Anda menos que as japonesas, mas divirto-me que nem um cão. E nunca ph#di tanto papel para andar de moto."

