21-02-2016 às 00:38
Boas;
Há umas semanas fui experimentar a nova Africa Twin, cortesia dum agente oficial.
Se estava bastante expectante com esta moto, agora posso dizer que é uma grande máquina!!
A moto tem bom aspecto, qualidade acima do esperado e do que se está habituado nestes tempos em que nos tentam impingir que agora é assim, que se vivem tempos economicamente desafiantes.
A moto tem bom aspecto, não é mastodonte como a BMW R GS ou a Yamaha Super Ténéré (o que me custa escrever mal da minha adorada Yamaha), é esguia e depressa faz com que nos sintamos em casa, é uma verdadeira trail e apetece logo fazer asneiras.
Pode não ter a potência de outras mas tem a potência mais que suficiente e devido à leveza mexe-se bastante bem permitindo ritmos bastante rápidos e capaz de envergonhar muitas motos de estrada em estradas nacionais; o motor reponde bem e desde cedo. Não tem grandes paneleirices de electrónica, nem mapas de ignição nem merdices afins, conta apenas com controlo de tracção com 3 níveis + desligado e ABS, sendo que este se pode desligar, ficando apenas a funcionar na roda da frente.
Após um troço de estrada nacional com muitas curvas depressa me lembrei de a meter em caminhos de terra e dei por mim a brincar no meio dum pinhal, contornando pinheiros de pé, volta-meia-volta com ela atravessada. Com o controlo de tracção no nível 3 quase exige que sejamos pilotos de trial em zonas de pouca aderência, circula-se tão devagar que obriga a alguma perícia de equilíbrio de tão lenta que é a progressão; é preferível desligá-lo ou passá-lo para um nível mais baixo e fazer tudo "de gatilho".
As suspensões permitem uma grande liberdade de regulações, mas estas têm que ser feitas à velha maneira, tal como deve ser: de modo totalmente manual.
Gostei da moto, apesar de ser uma Honda, marca que não aprecio particularmente. Acertaram na mouche e a moto merece o legado do nome que ostenta.
Há umas semanas fui experimentar a nova Africa Twin, cortesia dum agente oficial.
Se estava bastante expectante com esta moto, agora posso dizer que é uma grande máquina!!
A moto tem bom aspecto, qualidade acima do esperado e do que se está habituado nestes tempos em que nos tentam impingir que agora é assim, que se vivem tempos economicamente desafiantes.
A moto tem bom aspecto, não é mastodonte como a BMW R GS ou a Yamaha Super Ténéré (o que me custa escrever mal da minha adorada Yamaha), é esguia e depressa faz com que nos sintamos em casa, é uma verdadeira trail e apetece logo fazer asneiras.
Pode não ter a potência de outras mas tem a potência mais que suficiente e devido à leveza mexe-se bastante bem permitindo ritmos bastante rápidos e capaz de envergonhar muitas motos de estrada em estradas nacionais; o motor reponde bem e desde cedo. Não tem grandes paneleirices de electrónica, nem mapas de ignição nem merdices afins, conta apenas com controlo de tracção com 3 níveis + desligado e ABS, sendo que este se pode desligar, ficando apenas a funcionar na roda da frente.
Após um troço de estrada nacional com muitas curvas depressa me lembrei de a meter em caminhos de terra e dei por mim a brincar no meio dum pinhal, contornando pinheiros de pé, volta-meia-volta com ela atravessada. Com o controlo de tracção no nível 3 quase exige que sejamos pilotos de trial em zonas de pouca aderência, circula-se tão devagar que obriga a alguma perícia de equilíbrio de tão lenta que é a progressão; é preferível desligá-lo ou passá-lo para um nível mais baixo e fazer tudo "de gatilho".
As suspensões permitem uma grande liberdade de regulações, mas estas têm que ser feitas à velha maneira, tal como deve ser: de modo totalmente manual.
Gostei da moto, apesar de ser uma Honda, marca que não aprecio particularmente. Acertaram na mouche e a moto merece o legado do nome que ostenta.

