06-02-2016 às 19:10
Eu também confirmo a teoria do Lonerider.
A CBF500 pegou muitas vezes ligada à bateria do carro e com o carro a trabalhar.
Das primeiras vezes, a medo, ainda metia uma lampada de médios (50W, 12V) em série no circuito para que o pico de corrente ao ligar os cabos fosse absorvido pela lâmpada (acendia com um brilho muito ténue nos primeiros segundos). Depois de estar com o mesmo potencial fazia o bypass à lampada e dava ao motor de arranque.
Depois deixei-me disso e ligava directamente os cabos com o carro a trabalhar, dava ao motor de arranque e estava feito.
Das vezes que tinha a bateria da mota bem descarregada, deixava a trabalhar a mota e o carro com os cabos ligados 1 ou 2 minutos (para que o alternador do cargo ajudasse à carga da mota). A bateria da CBF ainda durou uns 6 a 8 anos com estas brincadeiras.
A CBF500 pegou muitas vezes ligada à bateria do carro e com o carro a trabalhar.
Das primeiras vezes, a medo, ainda metia uma lampada de médios (50W, 12V) em série no circuito para que o pico de corrente ao ligar os cabos fosse absorvido pela lâmpada (acendia com um brilho muito ténue nos primeiros segundos). Depois de estar com o mesmo potencial fazia o bypass à lampada e dava ao motor de arranque.
Depois deixei-me disso e ligava directamente os cabos com o carro a trabalhar, dava ao motor de arranque e estava feito.
Das vezes que tinha a bateria da mota bem descarregada, deixava a trabalhar a mota e o carro com os cabos ligados 1 ou 2 minutos (para que o alternador do cargo ajudasse à carga da mota). A bateria da CBF ainda durou uns 6 a 8 anos com estas brincadeiras.


