19-12-2014 às 22:52
(19-12-2014 às 18:29)dfelix Escreveu:(19-12-2014 às 00:06)n00b1e Escreveu: E percebi agora, finalmente, que afinal até tive sorte pois se o menino na sua ânsia de furar me atira ao chão ou contra o fogareiro eu é que ainda era o mau por não ter parado e deixado passar a criança, presumo... Got it!...
O gajo fez o que tu de moto fazes aos carros que te empatam o transito e não facilitam.
Passou assim que teve uma oportunidade!!!!!!!
Quer me parecer que das duas, uma. Ou há por aí uma confusão qualquer de identidades ou uma projecção. Numa posso ajudar. Para a outra, um profissional talvez seja mais indicado.
Eu não forço "oportunidades" conscientemente. Não o faço de mota e, hoje em dia com o amadurecimento que o tempo me foi trazendo, cada vez menos de carro. Ponto.
(19-12-2014 às 18:29)dfelix Escreveu: E liberta esse teu ódio pelas scooters.
Compreendo que é um veículo um bocado gay, mas a mobilidade que oferecem neste contexto é imbatível.
E sim... da próxima facilita-lhe passagem! Não custa assim tanto. Se for preciso passas novamente mais à frente quando apanhares estrada aberta.
Dou passagem a scooters diariamente no trânsito e não acho que isso afecte a minha minha masculinidade.
Mais projecção? Reconhecer um problema é meio caminho andado para o resolver. Pensa nisso.
To the point...
Eu, pessoalmente não aprecio "imbecis". Mas aceito que haja quem goste. E até lhe aplauda as imbecilidades.
O que não gosto mesmo é que me demonstrem a própria acefalia pondo conscientemente em causa a minha integridade física. Venham eles de scooter, automóvel, skate ou a pé.
E da minha parte, para terminar este "não-assunto", digo apenas que naquela situação, se os papéis estivessem invertidos, eu não teria passado a scooter. Ponto final.
Boas curvas
![[Imagem: wrong-bike.jpg]](https://i.postimg.cc/ZKXmMgfY/wrong-bike.jpg)


