07-01-2016 às 18:59
A vitória de Toby Price não foi suficiente para destronar o português da Honda da liderança do Dakar.
A quinta etapa da edição de 2016 do Rali Dakar marcou a segunda fase da primeira maratona da prova, desta feita onde nem sequer os pilotos foram autorizados a trabalhar nas suas motos o que obrigou todo o pelotão a um cuidado extra com as suas máquinas de forma a evitar qualquer problema técnico que pudesse comprometer a sua prova. Mas a quinta etapa criou ainda um novo e único desafio para os participantes que partiram de San Salvador de Jujuy em direção a Uyuni, com passagem pela fronteira Boliviana onde o traçado da prova começava a destacar-se pelo aumento de altitude que chegaria aos 4.600 metros, não só o ponto mais alto desta edição do mítico rali mas também a maior altitude alguma vez registada em todas as provas do Dakar.
A etapa de ligação de 314 km levou os pilotos até á fronteira boliviana onde a especial prometia mais 327 km de grande emoção à medida que os pilotos e as suas motos lutavam com a elevação, até descerem novamente para o ponto de chegada já perto do acampamento em Uyuni.
![[Imagem: 568ea0bc97a89_XL.jpg]](http://www.motociclismo.pt/images/articles/cache/2016/01/568ea0bc97a89_XL.jpg)
Paulo Gonçalves (Honda) partiu com uma diferença de 4m26s para o segundo classificado da prova Kevin Benavides (Honda) depois de diversas penalizações e ajustes à cronometragem que, apesar de não afetarem a liderança indiscutível de Gonçalves, permitiram que este conseguisse somar mais algum tempo à diferença que o separava do sul-americano.
No entanto, esta etapa viu o piloto reduzir um pouco o ritmo, principalmente na primeira fase da especial, que acabaria por resultar num 12ºlugar que o colocou a 8m56s do vencedor da etapa, Toby Price (KTM).
“Foi um dia maratona muito difícil. Hoje o dia foi longo, disputado a grande altitude o que me provocou uma dor de cabeça, mas no final de contas estou satisfeito porque a moto portou-se bem nestes dois dias de maratona”, afirmou Paulo Gonçalves à chegada a Uyuni – “Os últimos 100 km em particular eram difíceis a nível de navegação mas estou contente por ter conseguido encontrar o caminho certo”.
Toby Price foi talvez aquele que se sentiu mais confortável nestes primeiros quilómetros em solo Boliviano pois consegui manter uma diferença confortável para os seus adversários, e vencer a etapa de hoje. No final, Antoine Meo (KTM) foi o que mais se aproximou do tempo do australiano com uma diferença de 2m21s. Stefan Svitko (KTM) foi terceiro a 2m33s do líder colocando assim, juntamente com o quarto classificado Matthias Walkner, quatro KTM nas quatro primeiras posições.
![[Imagem: 568ea0de5458a_XL.jpg]](http://www.motociclismo.pt/images/articles/cache/2016/01/568ea0de5458a_XL.jpg)
Os portugueses estiveram novamente em destaque nesta 5ª etapa com Hélder Rodrigues (Yamaha) a conquistar a 8ª posição com um tempo que o coloca a 7m20s de Price. Rodrigues fica à frente de Ruben Faria em 11º a 8m54s do líder, e imediatamente antes de Paulo Gonçalves.
Mário Patrão (KTM) foi 28º a 15m14s de Price e Pedro Bianchi Prata conquistou a 50ª com um tempo que o coloca a 31m53s do líder.
Desta forma, Paulo Gonçalves mantém a liderança da geral com um tempo total de 14h30m7s que o coloca a 1m45s do segundo classificado Stefan Svitko. Com a excelente prestação de hoje, Price sobe para a terceira posição da geral com uma diferença de apenas 2 segundos para o eslovaco, ultrapassando assim Joan Barreda que desce para quarto.
Para aceder às classificações Gerais e da 5ªetapa atualizadas aceda aos respetivos links
Fonte: MOTOCICLISMO
A quinta etapa da edição de 2016 do Rali Dakar marcou a segunda fase da primeira maratona da prova, desta feita onde nem sequer os pilotos foram autorizados a trabalhar nas suas motos o que obrigou todo o pelotão a um cuidado extra com as suas máquinas de forma a evitar qualquer problema técnico que pudesse comprometer a sua prova. Mas a quinta etapa criou ainda um novo e único desafio para os participantes que partiram de San Salvador de Jujuy em direção a Uyuni, com passagem pela fronteira Boliviana onde o traçado da prova começava a destacar-se pelo aumento de altitude que chegaria aos 4.600 metros, não só o ponto mais alto desta edição do mítico rali mas também a maior altitude alguma vez registada em todas as provas do Dakar.
A etapa de ligação de 314 km levou os pilotos até á fronteira boliviana onde a especial prometia mais 327 km de grande emoção à medida que os pilotos e as suas motos lutavam com a elevação, até descerem novamente para o ponto de chegada já perto do acampamento em Uyuni.
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Paulo Gonçalves (Honda) partiu com uma diferença de 4m26s para o segundo classificado da prova Kevin Benavides (Honda) depois de diversas penalizações e ajustes à cronometragem que, apesar de não afetarem a liderança indiscutível de Gonçalves, permitiram que este conseguisse somar mais algum tempo à diferença que o separava do sul-americano.
No entanto, esta etapa viu o piloto reduzir um pouco o ritmo, principalmente na primeira fase da especial, que acabaria por resultar num 12ºlugar que o colocou a 8m56s do vencedor da etapa, Toby Price (KTM).
“Foi um dia maratona muito difícil. Hoje o dia foi longo, disputado a grande altitude o que me provocou uma dor de cabeça, mas no final de contas estou satisfeito porque a moto portou-se bem nestes dois dias de maratona”, afirmou Paulo Gonçalves à chegada a Uyuni – “Os últimos 100 km em particular eram difíceis a nível de navegação mas estou contente por ter conseguido encontrar o caminho certo”.
Toby Price foi talvez aquele que se sentiu mais confortável nestes primeiros quilómetros em solo Boliviano pois consegui manter uma diferença confortável para os seus adversários, e vencer a etapa de hoje. No final, Antoine Meo (KTM) foi o que mais se aproximou do tempo do australiano com uma diferença de 2m21s. Stefan Svitko (KTM) foi terceiro a 2m33s do líder colocando assim, juntamente com o quarto classificado Matthias Walkner, quatro KTM nas quatro primeiras posições.
![[Imagem: 568ea0de5458a_XL.jpg]](http://www.motociclismo.pt/images/articles/cache/2016/01/568ea0de5458a_XL.jpg)
Os portugueses estiveram novamente em destaque nesta 5ª etapa com Hélder Rodrigues (Yamaha) a conquistar a 8ª posição com um tempo que o coloca a 7m20s de Price. Rodrigues fica à frente de Ruben Faria em 11º a 8m54s do líder, e imediatamente antes de Paulo Gonçalves.
Mário Patrão (KTM) foi 28º a 15m14s de Price e Pedro Bianchi Prata conquistou a 50ª com um tempo que o coloca a 31m53s do líder.
Desta forma, Paulo Gonçalves mantém a liderança da geral com um tempo total de 14h30m7s que o coloca a 1m45s do segundo classificado Stefan Svitko. Com a excelente prestação de hoje, Price sobe para a terceira posição da geral com uma diferença de apenas 2 segundos para o eslovaco, ultrapassando assim Joan Barreda que desce para quarto.
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Fonte: MOTOCICLISMO
Ricardo - Honda X-ADV
![[Imagem: latest?cb=20150510093035]](http://vignette2.wikia.nocookie.net/spongebob/images/6/66/Screen_Shot_2015-05-10_at_3.28.25_AM.png/revision/latest?cb=20150510093035)
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