Segundo o código da estrada, passar entre carros é proibido.
Porém é tolerado pela maioria dos automobilista e policia, já que é uma questão de mobilidade para todos.
Não há nenhuma regra ou conduta para o fazer.
Apenas o bom senso. O que varia muito de pessoa para pessoa.
E infelizmente, a esmagadora maioria dos motociclistas são uns autênticos anormais neste aspecto. Confundem este privilégio com um direito!
Algumas notas mentais:
- É mais seguro quando vários motociclistas furam o mesmo caminho! Felizmente a maioria dos automobilistas abre espaço para facilitar, pelo que se várias motos tentarem furar vários caminhos, o automobilista que vai facilitar o da esquerda pode estar a entalar o da direita sem se aperceber.
- Mais rápidos primeiro! Por norma há motos com maior mobilidade no trânsito. Tal como há condutores que se sentem menos confortáveis a furar. Deixar passar uma moto mais estreita que dificilmente entupirá... ou uma moto que mesmo faça barulho capaz de "forçar" automobilistas a facilitar pode ser melhor opção que insistir furar sob stress e acabar prejudicar quem vem atrás.
- Facilitar paragem nos semáforos. Há alguns metros entre a linha de paragem e o semáforo. Ocupar este espaço racionalmente permite colocar mais motos na linha da frente para arrancar no verde em vez de ficarem encravados entre carros.
- Muita atenção ao circular bermas. Por norma ninguém está à espera de ser passado pela berma. Esta manobra é pouco tolerada pelos agentes e pode ser perigosa em vias rápidas pois o diferencial de velocidades chega a ser enorme. Costuma estar suja. E é frequente carros atirarem-se para a berma na proximidade de saídas.
- Estar atento ao movimento corporal do condutor e posição do veículo da frente. Os acidentes mais comuns ocorrem quando o condutor decide mudar de faixa sem sinalizar. Aprender a ler o condutor da frente pode evitar muitos destes problemas.
- Ser cordial. Passar entre carros é um privilégio. Nenhum condutor é obrigado a facilitar uma manobra que nem sequer é legal! Portanto, agradeçam a simpatia aos que o fazem.
Porém é tolerado pela maioria dos automobilista e policia, já que é uma questão de mobilidade para todos.
Não há nenhuma regra ou conduta para o fazer.
Apenas o bom senso. O que varia muito de pessoa para pessoa.
E infelizmente, a esmagadora maioria dos motociclistas são uns autênticos anormais neste aspecto. Confundem este privilégio com um direito!
Algumas notas mentais:
- É mais seguro quando vários motociclistas furam o mesmo caminho! Felizmente a maioria dos automobilistas abre espaço para facilitar, pelo que se várias motos tentarem furar vários caminhos, o automobilista que vai facilitar o da esquerda pode estar a entalar o da direita sem se aperceber.
- Mais rápidos primeiro! Por norma há motos com maior mobilidade no trânsito. Tal como há condutores que se sentem menos confortáveis a furar. Deixar passar uma moto mais estreita que dificilmente entupirá... ou uma moto que mesmo faça barulho capaz de "forçar" automobilistas a facilitar pode ser melhor opção que insistir furar sob stress e acabar prejudicar quem vem atrás.
- Facilitar paragem nos semáforos. Há alguns metros entre a linha de paragem e o semáforo. Ocupar este espaço racionalmente permite colocar mais motos na linha da frente para arrancar no verde em vez de ficarem encravados entre carros.
- Muita atenção ao circular bermas. Por norma ninguém está à espera de ser passado pela berma. Esta manobra é pouco tolerada pelos agentes e pode ser perigosa em vias rápidas pois o diferencial de velocidades chega a ser enorme. Costuma estar suja. E é frequente carros atirarem-se para a berma na proximidade de saídas.
- Estar atento ao movimento corporal do condutor e posição do veículo da frente. Os acidentes mais comuns ocorrem quando o condutor decide mudar de faixa sem sinalizar. Aprender a ler o condutor da frente pode evitar muitos destes problemas.
- Ser cordial. Passar entre carros é um privilégio. Nenhum condutor é obrigado a facilitar uma manobra que nem sequer é legal! Portanto, agradeçam a simpatia aos que o fazem.

