02-12-2015 às 18:49
Mais um pertinente tópico de discussão!
Um pneu é um objecto de desgaste fabricado com compostos perecíveis pelo uso/tempo. Por isso é normal que tenha uma data de caducidade.
Essa história de que eles não se degradam em armazém pode ser discutível, pois dependerá de vários factores, como é evidente. Nem todos os pneus são armazenados da mesma forma e com as mesmas condições, por mais "tratamentos" que eles tragam de fábrica, para prevenir o seu envelhecimento / endurecimento / degradação.
Quando compro pneus, é assim das coisas com que primeiro me preocupo, é a inscrição com a data de fabrico.
Já no capítulo do uso, é diferente. A lei, como sabemos, impõe apenas restrições no campo da profundidade dos rastos. No entanto já há muito que se fala em impôr legalmente uma lei de validade para o uso dos pneus. O que no fundo acaba por ser algo incongruente e ambíguo, pois tal como um capacete, a vida útil de um pneu depende essencialmente da forma como é usado e mantido. Quantos não circulam por aí com pneus, ainda que com rastos dentro de medidas legais, velhos, endurecidos, deformados pelo uso o deficiente manutenção (pressão)? E a data conta a partir de quando? da data de fabrico indicada no pneu? Da data da montagem?
Quantificar quando um pneu deixa de estar apto (ou caducado) para a sua função, paralelamente à questão da profundidade do seu rasto, é assim completamente ambíguo.
A maioria dos condutores esquece-se que os pneumáticos acabam por ser orgãos tão importantes na segurança da condução, como sejam os travões ou a suspensão, e não ligam, nem às datas (muitos nem sabem que um pneu tem uma data de fabrico indicada), nem sequer depois, ao estado dos mesmos. Mudar? Só mesmo nas últimas, quando chumbam na IPO.
O que vale é que num pneu de moto, na maioria das motos, tenha muito ou pouco tempo decorrido do seu fabrico, após a montagem, ele desaparece em pouco tempo!
Um pneu é um objecto de desgaste fabricado com compostos perecíveis pelo uso/tempo. Por isso é normal que tenha uma data de caducidade.
Essa história de que eles não se degradam em armazém pode ser discutível, pois dependerá de vários factores, como é evidente. Nem todos os pneus são armazenados da mesma forma e com as mesmas condições, por mais "tratamentos" que eles tragam de fábrica, para prevenir o seu envelhecimento / endurecimento / degradação.
Quando compro pneus, é assim das coisas com que primeiro me preocupo, é a inscrição com a data de fabrico.
Já no capítulo do uso, é diferente. A lei, como sabemos, impõe apenas restrições no campo da profundidade dos rastos. No entanto já há muito que se fala em impôr legalmente uma lei de validade para o uso dos pneus. O que no fundo acaba por ser algo incongruente e ambíguo, pois tal como um capacete, a vida útil de um pneu depende essencialmente da forma como é usado e mantido. Quantos não circulam por aí com pneus, ainda que com rastos dentro de medidas legais, velhos, endurecidos, deformados pelo uso o deficiente manutenção (pressão)? E a data conta a partir de quando? da data de fabrico indicada no pneu? Da data da montagem?
Quantificar quando um pneu deixa de estar apto (ou caducado) para a sua função, paralelamente à questão da profundidade do seu rasto, é assim completamente ambíguo.
A maioria dos condutores esquece-se que os pneumáticos acabam por ser orgãos tão importantes na segurança da condução, como sejam os travões ou a suspensão, e não ligam, nem às datas (muitos nem sabem que um pneu tem uma data de fabrico indicada), nem sequer depois, ao estado dos mesmos. Mudar? Só mesmo nas últimas, quando chumbam na IPO.
O que vale é que num pneu de moto, na maioria das motos, tenha muito ou pouco tempo decorrido do seu fabrico, após a montagem, ele desaparece em pouco tempo!

