(05-10-2015 às 15:43)Almareado Escreveu:(05-10-2015 às 12:33)carlos-kb Escreveu: Quando eu tirei a carta, não se podiam usar os piscas da moto (mesmo que esta os tivesse). Sinais com os braços, quer para mudar de direcção, como para afrouxar ou parar... e tudo a toque de buzinadelas.Epá, já só vejo mesmo isso com os velhotes nas zundapp e coisas do género...
...mas acho que devias continuar a fazer como aprendeste. É capaz de ser divertido ver um motociclista em cima de uma BMW ST a esticar o braço para a esquerda antes de fazer a curva.
A questão é que os sinais com os braços ainda estão prescritos no CE, em caso de avaria nas luzes. E é de todo indispensável que os saibam fazer.
Agora as motos todas já possuem luzes de mudança de direcção (aka piscas), tal como stops. Mas em 1994, quando tirei a minha carta, não eram obrigatórias (mas sim facultativas), daí que terias de sinalizar as manobras sempre de forma manual. E não se tratava unicamente de assinalar as mudanças de direcção, mas também o afrouxar e o parar... e sempre e em cada uma delas, olhar por cima do ombro. Isto, mesmo que a moto de instrução já possuísse as ditas luzes (caso da GN250 que me calhou e aonde fiz exame). A comunicação entre o carro da instrução e a moto, era feita por buzinadelas.
Tal como o Lone referiu, e bem.... havia situações complicadas aonde fazer um sinal com o braço, poderia acarretar bastante dificuldade. Por exemplo, numa subida acentuada, receberes a indicação para virar à direita, tendo para isso de retirares a mão do acelerador... com as consequências que saltam à vista!



