04-08-2015 às 10:22
Furras.... um consumo de 7 a 8 num V2 musculado, derivado de uma super-sport, numa moto com 14 anos, como é a tua Falco, não acho que seja "escandaloso".
Claro que se comparas à luz dos consumos de algumas motos actuais, aí és capaz de ficar deprimido.
De qualquer modo, sabes quem foi(ram) o(s) anterior(es) dono(s)? Era interessante saber se não houve por aí uma repro, feita pelo anterior, que se manifeste negativamente ao nível dos consumos. Haviam várias motos dessa altura que já permitiam de modo fácil fazer umas mexidas "engraçadas", nos mapas de injecção e afins, para terem elas também comportamentos (ainda) mais entusiasmantes.
Curiosamente, as (felizmente muito poucas) vezes que tentei fazer hypermiling, para além achar aborrecido e sobretudo perigoso (uns metiam-se à papo-seco, outros parece que me queriam dar um "empurrãozinho" ou então encostar-me às bermas com razias
), não consegui baixar mais que duas décimas de litro (em CB), num percurso de 50kms!
Claro que sim.... os gastos que se terão a mais, em ter uma pequena 125 para o comuting (que estarão longe de serem a dobrar, como já se disse por aí), basicamente cingem-se a um seguro e a manutenções regulares, que ainda assim serão sempre substancialmente mais baratas. E este gasto a mais, por sua vez vai amortizar e muito, as despesas decorrentes de uma utilização regular e quotidiana de uma 1000cc V2, como será a Falco ou uma sua congénere. Só o que não se gasta em combustível, e com tanta frequência nas mais caras revisões, no desgaste de componentes ou demais peças que sejam necessárias (também sempre mais caras), e o gasto provocado por um ou outro percalço que um uso mais regular/intensivo suscite, compensa de sobre-maneira, a médio prazo, a opção por uma alternativa económica para o dia-a dia (incluindo o valor da compra da dita alternativa).
Uma moto as características da Falco, algo exclusiva, com o carácter que lhe reconhecemos, e a não ser que haja algo que o impeça fortemente (como é o caso), deveria estar destinada praticamente a puros momentos de "pleasure"!
Claro que se comparas à luz dos consumos de algumas motos actuais, aí és capaz de ficar deprimido.
De qualquer modo, sabes quem foi(ram) o(s) anterior(es) dono(s)? Era interessante saber se não houve por aí uma repro, feita pelo anterior, que se manifeste negativamente ao nível dos consumos. Haviam várias motos dessa altura que já permitiam de modo fácil fazer umas mexidas "engraçadas", nos mapas de injecção e afins, para terem elas também comportamentos (ainda) mais entusiasmantes.
(04-08-2015 às 09:42)dfelix Escreveu: Os 4.6 do carlos parecem-me bastante adequados à F800...E não me preocupo de todo com consumos.... todos os dias faz AE e vias rápidas, aonde por vezes rodo punho.
Curiosamente, as (felizmente muito poucas) vezes que tentei fazer hypermiling, para além achar aborrecido e sobretudo perigoso (uns metiam-se à papo-seco, outros parece que me queriam dar um "empurrãozinho" ou então encostar-me às bermas com razias
), não consegui baixar mais que duas décimas de litro (em CB), num percurso de 50kms!(04-08-2015 às 09:42)dfelix Escreveu: A minha R1200S (que além de mais cilindrada é air/oil cooled) em 46 abastecimentos fez uma média de 5.2 e nunca fui propriamente gajo com pachorra para andar em regimes de hypermiling...Mas curiosamente, já ouvi queixas de pessoal que passou dos boxer oil/air cooled para os novos water/air cooled.... e incrementaram os custos por km.
Tenho vários logs a 4.4, que correspondem aos períodos em que devia estar doente e andei em ritmo de passeio.
(04-08-2015 às 09:42)dfelix Escreveu:(03-08-2015 às 17:26)Rod Escreveu: E eu conheço quem tenha uma R1 e no dia a dia ande de PCX...mas lá está, tens algumas despesas a dobrar...
Acaba sempre por economizar. E muito.
Nunca na PCX terás os mesmos gastos em borracha que tens com a R1... e só isso faz toda a diferença.
Claro que sim.... os gastos que se terão a mais, em ter uma pequena 125 para o comuting (que estarão longe de serem a dobrar, como já se disse por aí), basicamente cingem-se a um seguro e a manutenções regulares, que ainda assim serão sempre substancialmente mais baratas. E este gasto a mais, por sua vez vai amortizar e muito, as despesas decorrentes de uma utilização regular e quotidiana de uma 1000cc V2, como será a Falco ou uma sua congénere. Só o que não se gasta em combustível, e com tanta frequência nas mais caras revisões, no desgaste de componentes ou demais peças que sejam necessárias (também sempre mais caras), e o gasto provocado por um ou outro percalço que um uso mais regular/intensivo suscite, compensa de sobre-maneira, a médio prazo, a opção por uma alternativa económica para o dia-a dia (incluindo o valor da compra da dita alternativa).
Uma moto as características da Falco, algo exclusiva, com o carácter que lhe reconhecemos, e a não ser que haja algo que o impeça fortemente (como é o caso), deveria estar destinada praticamente a puros momentos de "pleasure"!

