18-05-2022 às 22:32
Módulo II
Cerca de um mês depois recebi novo contacto a indicar disponibilidade para a minha participação (caso tivesse interesse) no segundo módulo da formação da ACM. Considerando a forma como tinha decorrido o primeiro nem hesitei e garanti logo presença. O preço seria o mesmo do primeiro módulo (80 euros + IVA), o que uma vez mais vale bem a pena para a experiência em questão.
O ponto de encontro seria no mesmo local em Mafra, mas desta feita os planos para o dia seriam bastante diferentes. O grupinho lá se foi juntando à imagem e semelhança do que tinha acontecido no primeiro módulo, reunindo uma vez mais cerca de 20 motas. A diferença é que neste dia estava um briol do caraças, pelo que àquela hora da manhã e enquanto esperava, já só desejava começar a trabalhar! A malta lá se foi reunindo enquanto decorriam os derradeiros preparativos por parte da equipa da ACM.
![[Imagem: TLnrdVb.jpg]](https://imgur.com/TLnrdVb.jpg)
Esta é a única foto que tenho desse dia porque, uma vez mais, não houve vagar para andar a tirar fotos…
Uma vez montado o estaminé e feito o check-in de todos os participantes, não iríamos permanecer por ali muito tempo além do necessário para falar sobre alguns aspetos da condução que se pretendiam trabalhar (sobretudo relacionados com posição de condução, definição e controlo de trajetórias, adequação da velocidade, travagem de emergência, obstáculos na estrada, etc.). O Domingos e os restantes instrutores explicaram aquilo que se pretendia que fizéssemos (e a forma mais adequada de o fazermos) e descreveram também de que forma iria ser assegurada a logística de manter 20 motas em estrada a praticar ao longo do dia inteiro.
Uma vez mais, o grupo foi dividido em grupos mais pequenos de 5 pessoas, para cada um dos instrutores presentes. O Domingos ficaria a coordenar via rádio os vários grupos e a observar a passagem dos mesmos em pontos estratégicos do percurso, ao longo do dia, que seria feito por zonas que incluíram desde o Gradil, tapada de Mafra e zonas circundantes, até à Ericeira.
Em cada grupo, os participantes iam mudando de posição ao longo do dia, rolando mais atrás ou mais à frente, próximo do instrutor. O instrutor adequa a velocidade do grupo de forma a que os exercícios possam ser feitos de forma adequada, mas foi com alguma satisfação que, enquanto íamos mudando de posição, constatei que não iríamos necessariamente rolar a passo de caracol.
Num dos ganchos do Gradil, o Domingos montou o seu estaminé e lá foi filmando os vários elementos de cada grupo à passagem. Estes filmes seriam depois revistos no final do almoço, que teve lugar no mesmo restaurante em frente ao parque de estacionamento, e o grupo poderia ter a oportunidade de ver o que tinha feito bem e menos bem. O Domingos é uma figura e por isso esta visualização dos filmes proporciona bons momentos de humor porque tem os comentários dele enquanto filma a malta a cada passagem...
Uma vez mais, finda a refeição não se engonhou muito mais e voltámos rapidamente à estrada para continuar a rolar. Notava-se que todos estavam mais soltos relativamente ao início do dia e deu para adquirir um ritmo mais interessante. No final do dia e antes de regressarmos à base, curtimos mais umas curvinhas até à Ericeira. Tive a sorte de me ter calhado fazer essa última parte na roda do instrutor, sendo que deu para esticar um bocadinho as pernas à F e à T7 antes da paragem para reagrupar.
Por fim regressámos à base para fazer um “wrap up” do dia. Correu tudo de forma espetacular, sem qualquer tipo de percalço, o que é um sinal evidente da notável gestão que esta equipa faz sobre um grupo de 20 motas ou mais na estrada, conciliando a heterogeneidade de níveis (e das próprias motas) de toda aquela malta.
Resumindo: uma experiência que vale muito a pena, na minha opinião bastante melhor que a que me foi proporcionada por exemplo na Escola de Condução da Honda no KIP (e por um preço bastante mais simpático). Ainda não o fiz, mas não ponho de parte repetir a experiência e constatei enquanto lá andava que havia alguns repetentes no grupo. É algo que mesmo a título de “reciclagem” faz todo o sentido fazer de vez em quando.
Cerca de um mês depois recebi novo contacto a indicar disponibilidade para a minha participação (caso tivesse interesse) no segundo módulo da formação da ACM. Considerando a forma como tinha decorrido o primeiro nem hesitei e garanti logo presença. O preço seria o mesmo do primeiro módulo (80 euros + IVA), o que uma vez mais vale bem a pena para a experiência em questão.
O ponto de encontro seria no mesmo local em Mafra, mas desta feita os planos para o dia seriam bastante diferentes. O grupinho lá se foi juntando à imagem e semelhança do que tinha acontecido no primeiro módulo, reunindo uma vez mais cerca de 20 motas. A diferença é que neste dia estava um briol do caraças, pelo que àquela hora da manhã e enquanto esperava, já só desejava começar a trabalhar! A malta lá se foi reunindo enquanto decorriam os derradeiros preparativos por parte da equipa da ACM.
![[Imagem: TLnrdVb.jpg]](https://imgur.com/TLnrdVb.jpg)
Esta é a única foto que tenho desse dia porque, uma vez mais, não houve vagar para andar a tirar fotos…
Uma vez montado o estaminé e feito o check-in de todos os participantes, não iríamos permanecer por ali muito tempo além do necessário para falar sobre alguns aspetos da condução que se pretendiam trabalhar (sobretudo relacionados com posição de condução, definição e controlo de trajetórias, adequação da velocidade, travagem de emergência, obstáculos na estrada, etc.). O Domingos e os restantes instrutores explicaram aquilo que se pretendia que fizéssemos (e a forma mais adequada de o fazermos) e descreveram também de que forma iria ser assegurada a logística de manter 20 motas em estrada a praticar ao longo do dia inteiro.
Uma vez mais, o grupo foi dividido em grupos mais pequenos de 5 pessoas, para cada um dos instrutores presentes. O Domingos ficaria a coordenar via rádio os vários grupos e a observar a passagem dos mesmos em pontos estratégicos do percurso, ao longo do dia, que seria feito por zonas que incluíram desde o Gradil, tapada de Mafra e zonas circundantes, até à Ericeira.
Em cada grupo, os participantes iam mudando de posição ao longo do dia, rolando mais atrás ou mais à frente, próximo do instrutor. O instrutor adequa a velocidade do grupo de forma a que os exercícios possam ser feitos de forma adequada, mas foi com alguma satisfação que, enquanto íamos mudando de posição, constatei que não iríamos necessariamente rolar a passo de caracol.
Num dos ganchos do Gradil, o Domingos montou o seu estaminé e lá foi filmando os vários elementos de cada grupo à passagem. Estes filmes seriam depois revistos no final do almoço, que teve lugar no mesmo restaurante em frente ao parque de estacionamento, e o grupo poderia ter a oportunidade de ver o que tinha feito bem e menos bem. O Domingos é uma figura e por isso esta visualização dos filmes proporciona bons momentos de humor porque tem os comentários dele enquanto filma a malta a cada passagem...
Citar:Marco... o que é que estás a fazer pá? Pára lá de dançar e faz mas é a curva!
Uma vez mais, finda a refeição não se engonhou muito mais e voltámos rapidamente à estrada para continuar a rolar. Notava-se que todos estavam mais soltos relativamente ao início do dia e deu para adquirir um ritmo mais interessante. No final do dia e antes de regressarmos à base, curtimos mais umas curvinhas até à Ericeira. Tive a sorte de me ter calhado fazer essa última parte na roda do instrutor, sendo que deu para esticar um bocadinho as pernas à F e à T7 antes da paragem para reagrupar.
Por fim regressámos à base para fazer um “wrap up” do dia. Correu tudo de forma espetacular, sem qualquer tipo de percalço, o que é um sinal evidente da notável gestão que esta equipa faz sobre um grupo de 20 motas ou mais na estrada, conciliando a heterogeneidade de níveis (e das próprias motas) de toda aquela malta.
Resumindo: uma experiência que vale muito a pena, na minha opinião bastante melhor que a que me foi proporcionada por exemplo na Escola de Condução da Honda no KIP (e por um preço bastante mais simpático). Ainda não o fiz, mas não ponho de parte repetir a experiência e constatei enquanto lá andava que havia alguns repetentes no grupo. É algo que mesmo a título de “reciclagem” faz todo o sentido fazer de vez em quando.

