A grande questão a resolver, para além da densidade de energia, é a degradação das baterias.
Há relatos de VW ID-4 com 10% de degradação no primeiro ano de uso.
Não é a questão do preço de aquisição, o ID-4 custa o mesmo que um Tiguan, nem da autonomia nominal. Toda a gente vê que o custo do carro elétrico está na bateria e mesmo assim a durabilidade desse componente é muito pobre.
Numa moto, com a autonomia nominal já muito baixa, uma degradação de 10% pode significar a perda de interesse.
Obviamente que serão necessários muitos anos até a tecnologia estabilizar.
Vocês comprariam uma moto a gasolina com perda de autonomia de 10% por ano?
Há relatos de VW ID-4 com 10% de degradação no primeiro ano de uso.
Não é a questão do preço de aquisição, o ID-4 custa o mesmo que um Tiguan, nem da autonomia nominal. Toda a gente vê que o custo do carro elétrico está na bateria e mesmo assim a durabilidade desse componente é muito pobre.
Numa moto, com a autonomia nominal já muito baixa, uma degradação de 10% pode significar a perda de interesse.
Obviamente que serão necessários muitos anos até a tecnologia estabilizar.
Vocês comprariam uma moto a gasolina com perda de autonomia de 10% por ano?

