20-05-2021 às 23:01
(20-05-2021 às 22:16)KOK Escreveu:(20-05-2021 às 21:58)Nfilipe Escreveu:(20-05-2021 às 21:10)KOK Escreveu: Eu tbm faço umas belas passeatas a pé, mas isso não significa que não me divirta muito mais em cima da minha mota.
Para mim, isso é um não assunto.
Quando não podemos ter dois mundos, devemos sempre optar pelo melhor dos dois, que consigamos alcançar.
Em tempos, ainda eu nem sequer tinha uma mota, ou carta até, saiu-me uma Honda Vision 110 num passatempo. Veio do stand dentro duma carrinha, directa para a garagem. A primeira coisa que fiz quando cheguei a casa foi colocá-la á venda. Nem a chave rodei. Foi a minha primeira grande e satisfatória experiência com uma cena com motor...
Mas se é para ir para o trabalho. A nao ser que uma pessoa realmente goste muito do que faça e até chegar ao trabalho apanhe uma estrada de serra para curtir umas curvas. A merda é a mesma, ser numa 125 ou numa 1000cc, se é para ir para o trabalho, nao será certamente um percurso que irei achar divertido.
Usar a mota como transporte para ir exclusivamente trabalhar é uma coisa. Usar a mota para lazer é outra. Logo, nao compreendo o stress de ter uma 125. Mas isto sou a pensar assim. A Ana que compre o que quiser, ou neste caso, o que gostar e puder comprar.
Não "castres" já a mulher.
Pelo interesse dela no mundo motard, não me parece que queira mota para ir trabalhar. Parece-me que ela quer uma mota, para curtir. Para dizer todas as asneiras possíveis e imaginárias, a lamentar-se de mais um dia de merda no trabalho, dentro do capacete, onde ninguém a ouve com o barulho do escape. Para ir ao Furadouro com estilo. Á senhora do salto, comer a febra (com o devido respeito). E TAMBÉM para ir trabalhar.
E para mostrar às amigas que é badass! Isso não se consegue com um aspirador. Nem com os novos robot.
Epá, é isto...
Dizer umas asneiras pra dentro do capacete e não será pra mostrar ao mundo mas a mim que tenho uma coisa digna de ser “Mota”

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