10-12-2020 às 09:53
Estes últimos dias têm sido de muito pensar, pesquisar, procurar negócios, etc, etc.
Com 4 motos como opção, todos os detalhes contam e refinam-se as necessidades.
Depois de eliminar a Guzzi, tinha que saber bem o porquê de eliminar a seguinte.
O porquê tinha que ser um argumento de peso, ou vários argumentos que tornassem a mota dispensável.
Assim que, para me manter em linha com o que quero, repetia para mim as linhas mestras que vão servir de base para a escolha final.
Uma mota polivalente, que esteja à vontade no monte, que carregue com os tarecos do camião quando vou trabalhar e sirva para fazer asfalto nas deslocações mais curtas.
As quatro finalistas, de grosso modo enchiam as malgas da necessidade. Foi então que reparei que uma delas, não só enchia a mslga da necessidade como também trasbordava e salpicava tudo à volta.
Das 4 era a mais potente, a mais pesada, a mais cara e a mais confortável.
Ora eu não preciso de tanto conforto para andar no raio de 50. Inclusive no monte, para andar 80% do tempo de pé, não preciso de assento. É em compensação as outras três, apesar de mais desconfortáveis, são mais leves, melhores no todo terreno e mais baratas.
Outro contra, que é relativo segundo o tipo de terrenos por onde andas, é o facto de ser um paralel, sendo um motor muito mais largo que os restantes monocilindricos.
Assim que, querida 790R!
Nao és para mim.
Com 4 motos como opção, todos os detalhes contam e refinam-se as necessidades.
Depois de eliminar a Guzzi, tinha que saber bem o porquê de eliminar a seguinte.
O porquê tinha que ser um argumento de peso, ou vários argumentos que tornassem a mota dispensável.
Assim que, para me manter em linha com o que quero, repetia para mim as linhas mestras que vão servir de base para a escolha final.
Uma mota polivalente, que esteja à vontade no monte, que carregue com os tarecos do camião quando vou trabalhar e sirva para fazer asfalto nas deslocações mais curtas.
As quatro finalistas, de grosso modo enchiam as malgas da necessidade. Foi então que reparei que uma delas, não só enchia a mslga da necessidade como também trasbordava e salpicava tudo à volta.
Das 4 era a mais potente, a mais pesada, a mais cara e a mais confortável.
Ora eu não preciso de tanto conforto para andar no raio de 50. Inclusive no monte, para andar 80% do tempo de pé, não preciso de assento. É em compensação as outras três, apesar de mais desconfortáveis, são mais leves, melhores no todo terreno e mais baratas.
Outro contra, que é relativo segundo o tipo de terrenos por onde andas, é o facto de ser um paralel, sendo um motor muito mais largo que os restantes monocilindricos.
Assim que, querida 790R!
Nao és para mim.

