Tive uma CB500! Mota honesta, robusta e ultra-fiável. Vendida por mim, em 2007, com 123 mil km e "revendida" mais tarde no mercado de usados no OLX com 32 mil (de acordo com o anúncio)!!! 
Durante todo o tempo em que a tive (9 anos), tirando consumíveis, revisões... só me deu chatice com um rectificador de corrente (problema muito comum nas Honda dos 90).
Tem como pontos fortes, precisamente a sua polivalência, qualidade de construção (apesar de não ser muito sofisticada, denota uma excelente qualidade de materiais) e um excelente motor de 58cv, que nunca se cansa. A mota para a cilindrada e potência, mexe-se bem e anda q.b., ao ponto de, tirando AE, não se deixar envergonhar, mesmo por outras maiores e mais potentes.
Como pontos fracos, o mais notado é mesmo a rudimentar suspensão e a travagem, que embora cumpra, deixa uma sensação de falta de mordacidade e segurança. De qualquer forma, nos modelos 1997 adiante já encorporam elementos brembo (bombas e pinças), e mudaram o tensor da corrente de distribuição, que era outros dos handicaps dos modelos iniciais.
O bater do motor em baixas, revelado pelo Nfilipe, típico dos twin, também é algo que realmente, chateia um bocado (só não chatearia se em lugar de dizer Honda, dissesse Ducati no depósito
).
Claro que é uma moto utilitária, apresentada em 93 e saída para o mercado em 1994. Está a anos-luz daquilo que se tem actualmente no segmento. Em 1997 sofreu o dito refresh, deixando de ser fabricadas em Tokyo e começando a ser montadas em Itália, na fábrica de Atessa. Imediatamente se percebe pela adopção do disco traseiro e outros pequenos pormenores mais, que se materiam intocados, mudando apenas as variantes cromáticas, durante alguns anos, até ser substiuída pela CBF500, nos primeiros anos da década de 2000.
Para quem queira uma mota robusta, fiável e barata... e não tenha grandes pretensões, é uma boa opção. O recurso a ela, para estafetagem e escolas de condução, aonde o uso intensivo é uma predominante, revela todas estas qualidades.
Das utilitárias de média cilindrada, estava no topo das melhores na sua época.
A minha vendi-a, em 2007, como disse por 1750 euros. Achei um preço justo e adequado, face à quilometragem, idade e estado dela (impec.). Curiosamente hoje, 13 anos depois, continuo a vê-las a serem vendidas, por valores no mesmo patamar ou ainda mais. Mas também abaixo desse valores, o que se encontra é mesmo e só sucata.
Qualquer dúvida mais... apita!
Edit: Tens também a versão S, com uma semi-carenagme (mais raras por cá), que incrementa um pouco mais de conforto, noutro dos pontos menos positivos... a protecção aerodinâmica.

Durante todo o tempo em que a tive (9 anos), tirando consumíveis, revisões... só me deu chatice com um rectificador de corrente (problema muito comum nas Honda dos 90).
Tem como pontos fortes, precisamente a sua polivalência, qualidade de construção (apesar de não ser muito sofisticada, denota uma excelente qualidade de materiais) e um excelente motor de 58cv, que nunca se cansa. A mota para a cilindrada e potência, mexe-se bem e anda q.b., ao ponto de, tirando AE, não se deixar envergonhar, mesmo por outras maiores e mais potentes.
Como pontos fracos, o mais notado é mesmo a rudimentar suspensão e a travagem, que embora cumpra, deixa uma sensação de falta de mordacidade e segurança. De qualquer forma, nos modelos 1997 adiante já encorporam elementos brembo (bombas e pinças), e mudaram o tensor da corrente de distribuição, que era outros dos handicaps dos modelos iniciais.
O bater do motor em baixas, revelado pelo Nfilipe, típico dos twin, também é algo que realmente, chateia um bocado (só não chatearia se em lugar de dizer Honda, dissesse Ducati no depósito
).Claro que é uma moto utilitária, apresentada em 93 e saída para o mercado em 1994. Está a anos-luz daquilo que se tem actualmente no segmento. Em 1997 sofreu o dito refresh, deixando de ser fabricadas em Tokyo e começando a ser montadas em Itália, na fábrica de Atessa. Imediatamente se percebe pela adopção do disco traseiro e outros pequenos pormenores mais, que se materiam intocados, mudando apenas as variantes cromáticas, durante alguns anos, até ser substiuída pela CBF500, nos primeiros anos da década de 2000.
Para quem queira uma mota robusta, fiável e barata... e não tenha grandes pretensões, é uma boa opção. O recurso a ela, para estafetagem e escolas de condução, aonde o uso intensivo é uma predominante, revela todas estas qualidades.
Das utilitárias de média cilindrada, estava no topo das melhores na sua época.
A minha vendi-a, em 2007, como disse por 1750 euros. Achei um preço justo e adequado, face à quilometragem, idade e estado dela (impec.). Curiosamente hoje, 13 anos depois, continuo a vê-las a serem vendidas, por valores no mesmo patamar ou ainda mais. Mas também abaixo desse valores, o que se encontra é mesmo e só sucata.
Qualquer dúvida mais... apita!

Edit: Tens também a versão S, com uma semi-carenagme (mais raras por cá), que incrementa um pouco mais de conforto, noutro dos pontos menos positivos... a protecção aerodinâmica.

