18-11-2019 às 10:47
Quem gere o espaço urbano?
Como em qualquer instância, uma regulamento municipal, antes de ser efectivo, é proposto a discussão pública (na instância correcta) onde poder legislativo e representantes da sociedade, debatem e refletem sobre a proposta em causa.
Existe em Portugal ou em Lisboa (por exemplo) alguma associação que mobilize os motociclistas para o debate deste e outros assuntos?
Aquilo que eu pretendo dizer é que, para que o nosso (como motociclistas) ponto de vista seja levado em conta, convém que haja uma participação activa na sociedade civil de forma a que as normas sejam justas e tenham em conta as nossas reivindicações.
Eu vivo perto de uma cidade que tem uma "Ordenanza" (lei) que regula o estacionamento dos motociclos dentro dos seu limites municipais.
Por exemplo, nas zonas de estacionamento azul e laranja, os motociclos estão isentos de pagar pelo estacionamento. Podem estacionar em passeios com mais de 3M de largura (numa determinada posição) sempre e quando não haja um parque destinado aos motociclistas num raio de 100m.
Este tipo de normas foram, no seu tempo, debatidas publicamente onde uma associação (Associacion Moteros Aragoneses) teve uma papel activo.
Este fórum é uma instância não oficial onde se podem discutir este tipos de ideias, onde se podem recomendar algumas linhas de actuação e onde também podem germinar movimentos ou associações do e para o colectivo para propor e apoiar o mesmo neste tipo de situações.
Nas minhas poucas experiências neste tipo de infrastructuras em Portugal, uma das coisas que eu pude observar é a falta de civismo que se pode observar. Qualquer um estaciona como melhor lhe convém, sem pensar que possivelmente pode estorvar a alguma que quer sair ou entrar para estacionar. As motas não estão ordenadas, umas na diagonal, outras na longitudinal etc, o que a simples vista denuncia que falta esse companheirismo e solidariedade que tanto faz alarde o colectivo.
Ora, este tipo de comportamentos também é uma deixa para a necessidade de regulamentação e que, baixo a desculpa de que convém fazer um aproveitamento sustentável do espaço, o colectivo se terá que submeter sem que haja alguém que nos represente/defenda nessas instanciaas.
Para começar, talvez o melhor será mudar alguns dos nossos comportamentos, ter em conta o próximo e pensar que o espaço é para todos, de todos, mas que devemos sabe-lo usar de forma racional.
Como em qualquer instância, uma regulamento municipal, antes de ser efectivo, é proposto a discussão pública (na instância correcta) onde poder legislativo e representantes da sociedade, debatem e refletem sobre a proposta em causa.
Existe em Portugal ou em Lisboa (por exemplo) alguma associação que mobilize os motociclistas para o debate deste e outros assuntos?
Aquilo que eu pretendo dizer é que, para que o nosso (como motociclistas) ponto de vista seja levado em conta, convém que haja uma participação activa na sociedade civil de forma a que as normas sejam justas e tenham em conta as nossas reivindicações.
Eu vivo perto de uma cidade que tem uma "Ordenanza" (lei) que regula o estacionamento dos motociclos dentro dos seu limites municipais.
Por exemplo, nas zonas de estacionamento azul e laranja, os motociclos estão isentos de pagar pelo estacionamento. Podem estacionar em passeios com mais de 3M de largura (numa determinada posição) sempre e quando não haja um parque destinado aos motociclistas num raio de 100m.
Este tipo de normas foram, no seu tempo, debatidas publicamente onde uma associação (Associacion Moteros Aragoneses) teve uma papel activo.
Este fórum é uma instância não oficial onde se podem discutir este tipos de ideias, onde se podem recomendar algumas linhas de actuação e onde também podem germinar movimentos ou associações do e para o colectivo para propor e apoiar o mesmo neste tipo de situações.
Nas minhas poucas experiências neste tipo de infrastructuras em Portugal, uma das coisas que eu pude observar é a falta de civismo que se pode observar. Qualquer um estaciona como melhor lhe convém, sem pensar que possivelmente pode estorvar a alguma que quer sair ou entrar para estacionar. As motas não estão ordenadas, umas na diagonal, outras na longitudinal etc, o que a simples vista denuncia que falta esse companheirismo e solidariedade que tanto faz alarde o colectivo.
Ora, este tipo de comportamentos também é uma deixa para a necessidade de regulamentação e que, baixo a desculpa de que convém fazer um aproveitamento sustentável do espaço, o colectivo se terá que submeter sem que haja alguém que nos represente/defenda nessas instanciaas.
Para começar, talvez o melhor será mudar alguns dos nossos comportamentos, ter em conta o próximo e pensar que o espaço é para todos, de todos, mas que devemos sabe-lo usar de forma racional.

