12-05-2019 às 22:53
Boas;
Determinados acontecimentos, cagaços, estoiros, particularidades dos veículos que conduzimos e afins podem influenciar o modo como fazemos determinadas coisas, por vezes durante imenso tempo.
Durante muito tempo, se calhar desde que comecei a conduzir, as curvas para a esquerda eram a minha cena, afirmo mesmo em determinadas curvas apertava desmesuradamente muita gente e não admitia sequer que me mostrassem a roda. Houve alguns que chegaram a fazê-lo, até a passar-me, mas tinham mesmo que se empenhar.
Posteriormente, um choque frontal de automóvel numa curva para a esquerda fritou-me completamente a "pinha", andar maioritariamente numa bicilíndrica que me obrigava a esturrar mudanças porque não conseguia pôr o pé por baixo no selector para passar de caixa a meio fez-me começar a odiar curvar para a esquerda.
O tempo foi passando, voltei aos meus amados 4 cilindros capazes de fazer rotação até ao catano, a malhar km's de montanha com curvas que nem sequer te dão tempo para pensar em mais nada e actualmente atiro-me com o mesmo à vontade ou falta dele para ambos os lados.
Sugestões:
- um curso de condução ou track day no Estoril ou Portimão que têm umas direitas capazes de partir a cabeça a qualquer um;
- fazer estradas com curvas chatas maioritárias para a direita, conheço umas estradas porreiras para isso, mas vives demasiado longe.
Calma que isso com tempo resolve-se desde que te empenhes em fazê-lo.
Determinados acontecimentos, cagaços, estoiros, particularidades dos veículos que conduzimos e afins podem influenciar o modo como fazemos determinadas coisas, por vezes durante imenso tempo.
Durante muito tempo, se calhar desde que comecei a conduzir, as curvas para a esquerda eram a minha cena, afirmo mesmo em determinadas curvas apertava desmesuradamente muita gente e não admitia sequer que me mostrassem a roda. Houve alguns que chegaram a fazê-lo, até a passar-me, mas tinham mesmo que se empenhar.
Posteriormente, um choque frontal de automóvel numa curva para a esquerda fritou-me completamente a "pinha", andar maioritariamente numa bicilíndrica que me obrigava a esturrar mudanças porque não conseguia pôr o pé por baixo no selector para passar de caixa a meio fez-me começar a odiar curvar para a esquerda.
O tempo foi passando, voltei aos meus amados 4 cilindros capazes de fazer rotação até ao catano, a malhar km's de montanha com curvas que nem sequer te dão tempo para pensar em mais nada e actualmente atiro-me com o mesmo à vontade ou falta dele para ambos os lados.
Sugestões:
- um curso de condução ou track day no Estoril ou Portimão que têm umas direitas capazes de partir a cabeça a qualquer um;
- fazer estradas com curvas chatas maioritárias para a direita, conheço umas estradas porreiras para isso, mas vives demasiado longe.
Calma que isso com tempo resolve-se desde que te empenhes em fazê-lo.

