22-04-2019 às 23:55
A forma como vivemos o motociclismo não é necessariamente uma constante ao longo do tempo.
Momentos houve que fui um autentico palerma, para não dizer uma besta, a andar de mota.
Outros houve em que fiz merda e me coloquei numa posição em que não deveria estar.
Tive azares, alguns. Vi umas quantas vezes o alcatrão de perto (e não só). Cheguei a pensar desistir. Acabei por não o fazer.
A soma dessas experiências levou-me a ser como sou hoje em dia. Não sou melhor nem pior que ninguém, e 'tá-se bem assim.
É um facto que quando andamos de mota, estamos mais expostos ao risco de algo correr mal. Por outro lado cada um de nós terá um retorno que nos impele a continuar. No dia em que deixarmos de sentir que esse retorno existe, ou que vale a pena o risco, certamente deixaremos de o fazer (se ainda formos a tempo).
Voltando ao início, a forma como vivemos o motociclismo não é necessariamente uma constante ao longo do tempo, nem tampouco é igual para todos.
Momentos houve que fui um autentico palerma, para não dizer uma besta, a andar de mota.
Outros houve em que fiz merda e me coloquei numa posição em que não deveria estar.
Tive azares, alguns. Vi umas quantas vezes o alcatrão de perto (e não só). Cheguei a pensar desistir. Acabei por não o fazer.
A soma dessas experiências levou-me a ser como sou hoje em dia. Não sou melhor nem pior que ninguém, e 'tá-se bem assim.
É um facto que quando andamos de mota, estamos mais expostos ao risco de algo correr mal. Por outro lado cada um de nós terá um retorno que nos impele a continuar. No dia em que deixarmos de sentir que esse retorno existe, ou que vale a pena o risco, certamente deixaremos de o fazer (se ainda formos a tempo).
Voltando ao início, a forma como vivemos o motociclismo não é necessariamente uma constante ao longo do tempo, nem tampouco é igual para todos.

