13-02-2019 às 10:38
O modelo antigo da Versys tinha 2 graves problemas no segmento em que se inseria: a Tracer 900 e a Ducati Multistrada 950. Agora com este "upgrade" deixou de ter estes problemas para passar a ter outros maiores. Quem tem 20k para dar para uma mota e previligia o conforto, a BMW tem uma panóplia de soluções extremamente confortáveis e com outros atributos por mais meia dúzia de euros. Quem previligia performance, tem a S1000XR, a MS1260, a KTM uma vez que a Versys apresenta provavelmente a pior relação peso potência do segmento (além de que não sei de que forma é que a Versys seja tão mais confortável que qualquer uma destas que permita ser um "fator de exclusão").
Da saudável discussão que tive ontem com quem as vende, a Kawasaki tomou o caminho certo ao "subir" a qualidade do modelo com melhor suspensão e tecnologia de ponta (e esteticamente acho que a mota está muito bem conseguida, com um ar mais "premium" e atual). O que não conseguem perceber é como essa introdução de tecnologia "atira" a mota para um preço estupidamente elevado principalmente quando nada foi desenvolvido de raiz para a Versys mas aproveitado de outros modelos e introduzido na Versys. A expectativa é ser mais um flop comercial à semelhança do anterior modelo. E mais uma vez, arranjar um test drive continua a ser muito complicado e têm de ser os stands a assumir a responsabilidade. Não se percebe esta estratégia comercial do importador quando numa Yamaha/BMW/Honda/etc se quiserem testar um modelo mesmo que não tenham disponível naquele stand, numa questão de dias têm a mota à disposição. Em principio num futuro próximo quando for fazer a revisão dos 20 mil da Tracer vou poder brincar com esta 1 hora e pouco e poderei tirar as minhas próprias conclusões.
Nota: as revisões "de fundo" da MS são de 30 em 30 mil (15/15), não de 24 em 24 mil.
Da saudável discussão que tive ontem com quem as vende, a Kawasaki tomou o caminho certo ao "subir" a qualidade do modelo com melhor suspensão e tecnologia de ponta (e esteticamente acho que a mota está muito bem conseguida, com um ar mais "premium" e atual). O que não conseguem perceber é como essa introdução de tecnologia "atira" a mota para um preço estupidamente elevado principalmente quando nada foi desenvolvido de raiz para a Versys mas aproveitado de outros modelos e introduzido na Versys. A expectativa é ser mais um flop comercial à semelhança do anterior modelo. E mais uma vez, arranjar um test drive continua a ser muito complicado e têm de ser os stands a assumir a responsabilidade. Não se percebe esta estratégia comercial do importador quando numa Yamaha/BMW/Honda/etc se quiserem testar um modelo mesmo que não tenham disponível naquele stand, numa questão de dias têm a mota à disposição. Em principio num futuro próximo quando for fazer a revisão dos 20 mil da Tracer vou poder brincar com esta 1 hora e pouco e poderei tirar as minhas próprias conclusões.
Nota: as revisões "de fundo" da MS são de 30 em 30 mil (15/15), não de 24 em 24 mil.
Ditadura dos Flocos de Neve

