03-09-2018 às 23:57
(02-09-2018 às 22:36)LoneRider Escreveu: Mas eu não me esqueci da tua nacessidade de mobilidade e, actualmente, no mercado, só existe uma mota capaz de te oferecer uma ciclistica pata negra, mas com a versatilidade de mota do dia a dia (mas tens que fazer muitas concessões).
Essa mota é a PR5 Extreme e o Nunes anda a arar com uma la pelo norte.
Ele que te diga alguma coisa, mas se ainda não fez uma fogueira com ela é porque deve andar contente (ou então cansado de andar aos trambolhões).
Se queres só uma dual comuter para passeios de exigencia media no monte a CRF250L é uma proposta muito fiável e competente.
O LoneRider já tocou em alguns pontos nisto de ter uma mota única com as especificidades de andar no monte e a versatilidade de mota do dia a dia.
Concordo com o ponto de vista dele, mas na utilização do monte, tenho uma opinião um pouco mais extrema.
Eu não acho que exista um qualquer modelo de uma mota interessante no monte (que se compare às patas negras puras) e simultaneamente usável no dia a dia.
As concessões ou limitações que o Rui refere são mesmo reais.
Para andar no dia a dia, o depósito da mota de monte é minúsculo (a primeira e única vez que a levei para o trabalho fiquei sem gasolina), o banco é estupidamente duro (no monte andamos quase sempre de pé e é mais importante o "grip" do banco), os pneus bons para os ribeiros se forem usados no alcatrão desaparecem (levo a mota para o monte no reboque em vez de ir a rolar), as pressões dos pneus são completamente diferentes e já nem falo de usar "tubliss" ou "mousses" para uma utilização mais empenhada no monte. Os intervalos das revisões são curtos e o desgaste no dia a dia é um desperdício (e eu nem me posso queixar muito - a PR5 é a 4 tempos).
Não consigo recomendar uma PR5 extreme para o dia a dia.
Tal como diz o Rui, a CRF250L, como dual-comuter, acredito que seja uma opção mais acertada.


