17-08-2018 às 03:18
(15-08-2018 às 23:30)vindaloo Escreveu: c) Nao ha necessidade de criar 'maus vícios'.
Um muito comum é o travão de trás...
O ABS transformou-o em algo que realmente serve para travar.
Regressar ao "passado" pode trazer alguns sustos quando sem se perceber porquê, a traseira começa a aparecer no campo de visão.
(15-08-2018 às 23:30)vindaloo Escreveu: Amanha podemos conduzir uma mota ou um carro sem ABS e convém nao perder a noção da mecânica simples da coisa.
Mesmo!
E a ironia é que por vezes basta passar de uma moto para outra (ambas com ABS) para já se sentir enorme diferença!
(16-08-2018 às 09:47)carlos-kb Escreveu: O facto é que já o notei por várias vezes. Mas pensar ou julgar que isso acontece sempre... e pior... que o forço a acontecer por um tipo de condução que o propicie... são ideias totalmente desfasadas.
Depende um bocado do que consideras "intrusivo" e do que são "travagens mais empenhadas".
Por exemplo, tanto a minha r1200s como a scrambler têm ABS.
(Ambos "básicos", sem aquelas modernices do condutor poder regular a sensibilidade).
No entanto, têm comportamentos completamente distintos:
O da bmw é bastante "intrusivo". Ou seja, ele "corrige" a travagem não deixado sequer sentir a roda bloquear.
O da ducati só intervém quando a roda bloqueia. A sensação é que não interfere na experiência da travagem... apenas evita que o bloqueio se prolongue o suficiente para ir de nariz ao chão.
Não consigo afirmar qual seja melhor ou pior, pois parece-me que ambos respeito as filosofias das respectivas marcas.
Quanto ao sentir em "travagens mais empenhadas" é algo também bastante relativo.
Há uma estrada que faço actualmente todos os dias em que sinto sempre o ABS activar antes de parar num stop.
Seja com qualquer uma das duas motos. Tem a ver com o piso ser calçada polida... o que exige "empenho" para que nem sequer active!
(16-08-2018 às 12:06)jpsimoes Escreveu: Que motas de mrd.... na Tracer enrolas punho e vais á tua vida... não tens cá que te preocupar com paneleirices.
Travar enrolando punho parece-me uma forma preocupante de ir á vida.

