Malas laterais para XJ
#21

(29-07-2015 às 22:35)Bad Attitude Escreveu:  O saco de depósito não dificulta a condução?
Não me parece muito confortável  confused

Depende da mota. Nas desportivas, como tens os braços a roçar no saco, torna algo difícil fazer quase todas as manobras. E a condução desportiva torna-se algo impossível pois nesse caso o braço tem mesmo que vir para a área ocupada pelo saco.

Nas restantes motas, com uma posição mais direita, pode incomodar um pouco mas em pouco tempo deves habituar-te às limitações.
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#22

Na Maria das Curvas o saco de deposito serve inclusive de protecção aerodinâmica! blink
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#23

Quando tive a GSXR600 usei várias vezes a mochila em cima do depósito... e não estorvava nada...

[Imagem: SM4eYt9.png]
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#24

(30-07-2015 às 21:08)michelfpinto Escreveu:  Existe uma coisa chamada física que não passa com o tempo

Não se trata de uma questão de física, mas sim se uma questão dimensional que despoleta uma (natural) reacção sensorial.... Já andei com a minha bem carregada, com malas, top case e com pendura, e não noto diferenças de comportamento que comprometam o uso da moto, seja em que situação seja, especialmente em andamento.
Aliás, a única coisa que noto, sim, é em percursos semelhantes ela gastar talvez uma ou duas décimas de litro mais, quando vai com malas (maior atrito e menos aerodinâmica)

(30-07-2015 às 21:08)michelfpinto Escreveu:  e se com malas a mota fica mais larga não é só questão de hábito...
Fica mais larga apenas na traseira. Mas continuas à mesma com retrovisores, pesos dos punhos, etc.... que também te dão uma largura não variável e com a qual deves sempre contar.

[Imagem: mRiDwX5.jpg]

E sim.... passa também pelo hábito. Como te disse, o receio inicial é sobretudo psicológico. Mas se passam retrovisores e guiador, em teoria também passam as malas. Até porque mesmo que as malas passem um bocadinho a largura dos espelhos e guiador, tu nunca passas "à pele" com eles, e essa diferença dimensional é quase irrisória, pois não andas a passar pelo trânsito, com os carros lateralmente a menos de 10cm da tua moto, certo? É que se o fazes, então aí andas mesmo a jogar no fio da navalha.
Mais provavelmente tocarás com os teu espelhos num espelho de um outro carro (que são os apêndices mais salientes), do que as malas que estão numa posição mais baixa.


(30-07-2015 às 21:08)michelfpinto Escreveu:  E a utilização que tens dado à blu nesses 5 anos não passa muito pela 2a circular e coisas parecidas certo?
De vez em quando também não me escapo a ela  lol .... mas todos os dias uso a A1, que congestiona com facilidade em horas de ponta, passo as célebres e sempre congestionadas rotundas de Alverca, acessos ao Infantado em Loures (que aí está o trânsito sempre parado), etc....
Portanto o habitat é diferente... mas o ambiente acaba por ser idêntico.  blink


(30-07-2015 às 21:08)michelfpinto Escreveu:  Desde que tirei carta ando entre o transito de Lisboa de mota, e costumo aproveitar bem o espaço existente.
Há o aproveitar bem o espaço existente.... e há o arriscar pelo "buraco da agulha". Mas no segundo caso, seja com, seja sem malas.... não arrisco!

Mas fazemos uma coisa, se quiseres. Tu, com malas, vais à frente, na 2ª circular, IC19, acesso à 25 de Abril, etc.... aonde queiras! E eu vou atrás a filmar.... para te dares conta que, embora aparentemente pareça, de cima da moto que o espaço é exíguo, e salvo uma ou outra excepção de um enlatado mais "desviado", ainda passamos com uma boa margem de segurança, até as malas estarem em risco de bater. Até porque se acontece o contrário, é porque arriscaste passar pelo dito "buraco da agulha", aonde deverias sim abrandar, até teres espaço para passar.

Como te disse, os dois únicos toques que dei com as malas, foi a manobrar para estacionar, e não no trânsito, e não foram tanto consequência da exiguidade do espaço, mas sim de um ângulo de curvatura mal calculado.
Curiosamente, já há muito que deixei de ter essa sensação de ter uma moto mais bonacheirona, por ir de malas laterais, no meio do trânsito, mesmo o mais complicado.  smile

[Imagem: QKmafvp.png]
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#25

Eu penso que o Michel se está a referir ao furar no trânsito com este parado em fila, que eu também costumo fazer, e não várias vezes os espelhos passam a menos de 1cm dos dos carros, em velocidades muito baixas (quase parados), com malas , nessa situação deve ser mais complicado. No trânsito compacto mas a andar não arrisco enfiar no buraco da agulha...com malas então sad
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#26

Carlos-kb não quero tirar a razão, dado que tens a tua experiência e umas malas integradas na tua mota que, pensadas para serem prácticas, tambem sao algo limitadas no que elas podem levar.

Na Dorothy tenho um sistema V35 da Givi e estas ficam bem mais alem da largura dos avanços pelo que, seja por olhimetro ou percepção existe uma limitação em determinados momentos conflictivos da circulação. E estou a falar das V35 que são (minimamente integradas) porque se fossem uma Krauser de 45L havia 20cm a mais para cada lado.

Neste caso o Top Case é sempre um plus de confiança porque permite uma boa capacidade (55l) e uma condução mais neutra dentro do tráfico, apesar de que, se levares muito peso sentes que subiste uns "centímetros" o centro de gravidade da mota!
outra coisa que há que ter em conta é o espaço para estacionar. Com as laterais necessitas mais espaço, não só pra estacionar, mas também para abrir e manipular o que nelas trazes.
Para a cidade o ideal e mais practico é o TopCase.
Para viajar, laterais sem top case, principalmente se vais a solo e se tudo o que vais levar cabe só nas laterais.
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#27

(30-07-2015 às 23:40)carlos-kb Escreveu:  E sim.... passa também pelo hábito. Como te disse, o receio inicial é sobretudo psicológico. Mas se passam retrovisores e guiador, em teoria também passam as malas. Até porque mesmo que as malas passem um bocadinho a largura dos espelhos e guiador, tu nunca passas "à pele" com eles, e essa diferença dimensional é quase irrisória, pois não andas a passar pelo trânsito, com os carros lateralmente a menos de 10cm da tua moto, certo? É que se o fazes, então aí andas mesmo a jogar no fio da navalha.
Mais provavelmente tocarás com os teu espelhos num espelho de um outro carro (que são os apêndices mais salientes), do que as malas que estão numa posição mais baixa.

No meu caso os espelhos a bater só em SUVs e afins, nos carros nunca tive problema, ficam mais abaixo, mesmo com a Fazer. Os 10cms possivelmente são o que saem as malas em relação ao restante da mota, e obviamente que mesmo sem malas não passa onde passava a Fazer.

(30-07-2015 às 23:40)carlos-kb Escreveu:  Mas fazemos uma coisa, se quiseres. Tu, com malas, vais à frente, na 2ª circular, IC19, acesso à 25 de Abril, etc.... aonde queiras! E eu vou atrás a filmar.... para te dares conta que, embora aparentemente pareça, de cima da moto que o espaço é exíguo, e salvo uma ou outra excepção de um enlatado mais "desviado", ainda passamos com uma boa margem de segurança, até as malas estarem em risco de bater. Até porque se acontece o contrário, é porque arriscaste passar pelo dito "buraco da agulha", aonde deverias sim abrandar, até teres espaço para passar.

Como te disse, os dois únicos toques que dei com as malas, foi a manobrar para estacionar, e não no trânsito, e não foram tanto consequência da exiguidade do espaço, mas sim de um ângulo de curvatura mal calculado.
Curiosamente, já há muito que deixei de ter essa sensação de ter uma moto mais bonacheirona, por ir de malas laterais, no meio do trânsito, mesmo o mais complicado.  smile

Não vale a pena, não quero "provar" que sou mais ou menos rápido, maluco ou o que seja. O que me refiro em parte é o que o Rod refere abaixo, pois existe algo mais na traseira da mota e não é só uma questão de perceção, é uma questão de o volume da mota e a sua largura serem diferentes. No fundo um pouco do que acabaste por relatar dos teus toques.

(30-07-2015 às 23:56)Rod Escreveu:  Eu penso que o Michel se está a referir ao furar no trânsito com este parado em fila, que eu também costumo fazer, e não várias vezes os espelhos passam a menos de 1cm dos dos carros, em velocidades muito baixas (quase parados), com malas , nessa situação deve ser mais complicado. No trânsito compacto mas a andar não arrisco enfiar no buraco da agulha...com malas então  sad

Exato, nestes casos complica. Ou no meio de cidades, etc com faixas ainda mais estreitas e montes de semáforos e pessoal que não está alinhado. Também passo pelo fio da navalha algumas vezes pois existe sempre quem de tempos a tempos se lembre de achar que não devo passar por eles e noutros porque lá calha.

A minha máquina (e ex):
KTM 1290 SuperAdventure S
KTM 1290 Super Duke GT
Kawasaki Versys 1000
Yamaha FZS 600 Fazer
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#28

(31-07-2015 às 00:00)LoneRider Escreveu:  Carlos-kb não quero tirar a razão, dado que tens a tua experiência
Estamos a trocar opiniões.... todas elas válidas!

(31-07-2015 às 00:00)LoneRider Escreveu:  e umas malas integradas na tua mota que,  pensadas para serem prácticas,  tambem sao algo limitadas no que elas podem levar.
Sim.... são de origem, é natural que sejam integradas. De qualquer modo, são igualmente extensíveis, e aquilo que vês na foto que coloquei no post acima, aumenta cerca de mais 20 cm para fora e mais 2/3 na capacidade (25 litros), em cada uma delas.

[Imagem: sportkoffer_rechts_vario_4.jpg]

(31-07-2015 às 00:00)LoneRider Escreveu:  Na Dorothy tenho um sistema V35 da Givi e estas ficam bem mais alem da largura dos avanços pelo que, seja por olhimetro ou percepção existe uma limitação em determinados momentos conflictivos da circulação. E estou a falar das V35 que são (minimamente integradas) porque se fossem uma Krauser de 45L havia 20cm a mais para cada lado.

A questão é que numa solução aftermarket, tens logo os suportes adicionais, que acabam por ficar desintegrados e afastados. Logo aí é espaço desperdiçado. E depois ainda tens o volume da mala (que normalmente, para serem vantajosas em relação ao material stock, não só no preço, também costumam apresentar capacidades maiores). É normal assim, que acabem por ser "apêndices" ainda menos ajustados e com dimensionamentos mais grotescos.
Mas andar com uma mala lateral de 45l, em cidade, especialmente em situações de comuting, não lembra nem ao "menino Jesus".

(31-07-2015 às 00:00)LoneRider Escreveu:  Neste caso o Top Case é sempre um plus de confiança porque permite uma boa capacidade (55l) e uma condução mais neutra dentro do tráfico,  apesar de que, se levares muito peso sentes que subiste uns "centímetros" o centro de gravidade da mota!

Não nego isso.... aliás, sempre disse que uma top case, apesar de inestética, era de uma funcionalidade enorme.
Só deixei de usar a minha, pelo episódio ocorrido e não estar disposto a comprar uma nova stock, pelo preço que tem. Não gosto das aftermarket Ue já as andei a ver), pois olho para elas, tal como disse acima, como apêndices pouco integrados, não só a mala em si, como os suportes que adulteram muito negativamente a linha estética da moto.

(31-07-2015 às 00:42)michelfpinto Escreveu:  No fundo um pouco do que acabaste por relatar dos teus toques.

(31-07-2015 às 00:00)LoneRider Escreveu:  outra coisa que há que ter em conta é o espaço para estacionar. Com as laterais necessitas mais espaço,  não só pra estacionar,  mas também para abrir e manipular o que nelas trazes.

Esse foi o motivo porque a minha lateral dta. já deu dois toques. Mas por erro meu, pois em lugar de entrar no espaço "a direito", entrei na diagonal, e depois ao endireitar, o ângulo de curvatura fechou.... erros de cálculo, não porque não coubesse, mas porque a manobra foi mal feita (my fault).

[Imagem: QKmafvp.png]
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