Não deixou mas passou a existir menos e isso são factos consultáveis. Não quero com isto dizer que andar de luvas e casaco possa eventualmente reduzir mortes, até porque para a obrigatoriedade acontecer tem que haver fiscalização a sério e homologações a sério, quer nas luvas, quer nos casacos.
O que é certo é que a utilização de equipamentos de segurança passiva teve efeitos positivos notáveis na redução da gravidade dos acidentes. Dos meus estudos na altura, foi o fator que mais beneficiou a descida do número de mortos na estrada.
Vai dentro de encontro os principios da protecção civil: Prevenir, Atenuar, Socorrer e Proteger. Por esta ordem.
Querem reduzir a mortalidade? É fácil. É fazer como nos camiões.
Tacógrafo em todas as viaturas, e guarda de registos para posterior fiscalização.
(29-12-2017 às 15:32)nunomsp Escreveu: [ -> ]Querem reduzir a mortalidade? É fácil. É fazer como nos camiões.
Tacógrafo em todas as viaturas, e guarda de registos para posterior fiscalização.
Outra boa ideia é a velha história das velocidades médias em circuitos portajados.
Também acho que podíamos pagar um pouco mais nos combustíveis, e subindo o preço, a malta não acelerava tanto.
(29-12-2017 às 15:37)vindaloo Escreveu: [ -> ] (29-12-2017 às 15:32)nunomsp Escreveu: [ -> ]Querem reduzir a mortalidade? É fácil. É fazer como nos camiões.
Tacógrafo em todas as viaturas, e guarda de registos para posterior fiscalização.
Outra boa ideia é a velha história das velocidades médias em circuitos portajados.
Também acho que podíamos pagar um pouco mais nos combustíveis, e subindo o preço, a malta não acelerava tanto.
Percebo o teu tom irónico e também não é uma solução que me agrade, longe disso.
Mas se eliminares da equação o fator álcool e excesso de velocidade, o número de acidentes e vitimas mortais diminuía significativamente.
Não concordas?
Por ex.: dizem que o IP3 é uma estrada perigosa. Experimenta fazê-la à velocidade permitida em cada local e diz-me onde está o perigo.
Nuno pá....
É uma estrada que nunca foi limpa na sua vida.
De que serve ir a cumprir o limite de velocidade?
Aquele traçado antes de chegar a Penacova tem curvas que, em cada curva um erro de construção.
A estrada está engavetada num princípio, sem escapatorias, não drena correctamente, vais dizer que a culpa é do excesso de velocidade?
(29-12-2017 às 15:54)nunomsp Escreveu: [ -> ] (29-12-2017 às 15:37)vindaloo Escreveu: [ -> ] (29-12-2017 às 15:32)nunomsp Escreveu: [ -> ]Querem reduzir a mortalidade? É fácil. É fazer como nos camiões.
Tacógrafo em todas as viaturas, e guarda de registos para posterior fiscalização.
Outra boa ideia é a velha história das velocidades médias em circuitos portajados.
Também acho que podíamos pagar um pouco mais nos combustíveis, e subindo o preço, a malta não acelerava tanto.
Percebo o teu tom irónico e também não é uma solução que me agrade, longe disso.
Mas se eliminares da equação o fator álcool e excesso de velocidade, o número de acidentes e vitimas mortais diminuía significativamente.
Não concordas?
Por ex.: dizem que o IP3 é uma estrada perigosa. Experimenta fazê-la à velocidade permitida em cada local e diz-me onde está o perigo.
Sinceramente? Álcool sim, excesso velocidade não.
No passado dia 25 fiz uma viagem (carro) até à zona das beiras. Ao ir pelo IC8 assustei-me com a quantidade manobras perigosas e mal sucedidas da rapaziada.
Em zonas de 2 faixas, vi a passarem 3 carros em simultâneo a , malta a borregar ultrapassagens.
O IC8 não tem faixas aceleração, vejo malta a meter-se sem sequer olhar numa via relativamente rápida e por aí fora.
Sinceramente grande maioria das asneiras vejo-as as serem cometidas por pessoal já com idade a mais, menos reflexos e (presumo) muito poucos km de estrada. É quem me incomoda mais na estrada, sinceramente.
E eu, não que seja melhor ou pior que os outros, mas devo ter rolado a perto de 190,200 com alguma naturalidade e defendo que não me coloquei a perigo a mim ou aos outros ocupantes do carro.
Para mim o IP3, se não tiver trânsito é estrada de ritmo corridinha. Não faço puto de ideia dos limites de velocidade.
(29-12-2017 às 16:08)vindaloo Escreveu: [ -> ] (29-12-2017 às 15:54)nunomsp Escreveu: [ -> ] (29-12-2017 às 15:37)vindaloo Escreveu: [ -> ]Outra boa ideia é a velha história das velocidades médias em circuitos portajados.
Também acho que podíamos pagar um pouco mais nos combustíveis, e subindo o preço, a malta não acelerava tanto.
Percebo o teu tom irónico e também não é uma solução que me agrade, longe disso.
Mas se eliminares da equação o fator álcool e excesso de velocidade, o número de acidentes e vitimas mortais diminuía significativamente.
Não concordas?
Por ex.: dizem que o IP3 é uma estrada perigosa. Experimenta fazê-la à velocidade permitida em cada local e diz-me onde está o perigo.
Sinceramente? Álcool sim, excesso velocidade não.
No passado dia 25 fiz uma viagem (carro) até à zona das beiras. Ao ir pelo IC8 assustei-me com a quantidade manobras perigosas e mal sucedidas da rapaziada.
Em zonas de 2 faixas, vi a passarem 3 carros em simultâneo a , malta a borregar ultrapassagens.
O IC8 não tem faixas aceleração, vejo malta a meter-se sem sequer olhar numa via relativamente rápida e por aí fora.
Sinceramente grande maioria das asneiras vejo-as as serem cometidas por pessoal já com idade a mais, menos reflexos e (presumo) muito poucos km de estrada. É quem me incomoda mais na estrada, sinceramente.
E eu, não que seja melhor ou pior que os outros, mas devo ter rolado a perto de 190,200 com alguma naturalidade e defendo que não me coloquei a perigo a mim ou aos outros ocupantes do carro.
Para mim o IP3, se não tiver trânsito é estrada de ritmo corridinha. Não faço puto de ideia dos limites de velocidade.
A questão é que quanto maior a velocidade, piores são as consequências em caso de erro. (Quer este seja teu ou de outro condutor).