O meu pai tinha(e ainda tem) um velhinho Oleomac a gasolina...aquele cabreste daquele corta-relva não morre...muita relva cortei eu com aquilo...o gajo nunca falhou...
Por acaso quando andava a ver mota para comprar, nem considerava a marca que tenho hoje, para os euros que tinha para gastar a yamaha nao tinha nada de apelativo. Ou era uma suzuki bandit ou uma cb 500, depois quando descobri o modelo thundercat da yamaha, apenas o design da mota quase ja me dizia para agarrar numa, depois de mto ler sobre ela, la decidi comprar. E até hoje nao tenho qualquer razao de queixa, até pelo contrario.
Mas facilmente mudo de marca, até porque a kawasaki/Suzuki/Honda, todas elas tem modelos que me interessa. E tb como normalmente nao ligo mto as ultimos modelos e motas bastante actuais mais facil fica mudar de modelo e marca.
Independente da marca que fosse, e fosse a mota que tivesse, ia sempre curtir um molho.
A satisfação para mim nao advem propriamente da marca da mota mas sim do que se consegue tirar dela mediante as nossas limitações e da mota.
Para muitos as marcas muitas vezes têm uma carga emocional que transcende a razão, para outros não . Não vejo nenhum mal nisso em qualquer das situações . Pode surgir motivos de ordem 'tribal ' (nas motas a HD é um dos melhores exemplos) podem surgir motivos de ordem 'estética' , de cariz afectivo , etc, que nos podem levar a ficar mais ligados a certas marcas .
Eu sou também um bom exemplo desta 'fidelização' de escolha . A partir dos 17 /18 anos e á medida que fui criando autonomia financeira , 'fixei-me' em determinadas marcas , de lá não saí e não penso sair . Trata-se até de uma 'economia de esforços' perante o bombadear da oferta que hoje em dia existe em qualquer produto .
Eu limitei as opções a 2 (no máximo 3) marcas seja de que artigo for (calças, ténis, lâmina de barbear, after-shave, motas , carros, pasta de dentes, computadores, whisky, tabaco, cerveja, shampoo, etc, etc, ) e assim tudo fica mais fácil e mais rápido na hora de escolher/comprar .
No caso específico das motas . a minha 1ª mota foi uma Honda e continua a ser uma marca muito 'carismática' para mim. Gosto de desenvolver um lado afectivo com as 'coisas' e quando me 'encaixo' com as escolhas que faço não gosto e mudar 'só porque sim' . Um bom exemplo disso é um blusão de cabedal em que todos os anos faço lhe um tratamento carinhoso de manutenção para que dure mais um Inverno , apesar da esposa me ter oferecido um novo e praticamente idêntico quando fiz 50 anos . Até muitas das camisas só as largo quando começam a desfazer-se no colarinho. O meu PC tem 14 anos !! Não tem nada a ver com forretice pois eu sou um mau exemplo nesse domínio . Tem a ver com o meu lado 'afectivo' perante as coisas que escolho com critério e que depois fazem parte do meu dia-a-dia. Com as motas é a mesma coisa .
(22-08-2017 às 19:21)LoneRider Escreveu: [ -> ]Ao ritmo que a BMW vende é porque de exclusividade não tem nada.
É do mais curriqueiro do dia a dia ver BMW na estrada.
Calmar pá, queres uma BMW?
Compra a p*** da ventoinha pá e se depois a mulher te bater diz que fomos nós pá?
Ahahahah... Lone, estás em forma!
(22-08-2017 às 19:11)calmar Escreveu: [ -> ]A marca da moto influencia muito as vossas escolhas? Ou mudam de marca facilmente?
Imaginem que alguém decide que não quer uma japonesa porque quer exclusividade. Pesquisa o mercado e verifica que as melhores marcas não-japonesas são Harley-Davidson, Triumph, BMW e Ducati. Olha para o preço de todas e constata que a moto mais barata de todas é a BMW G 310 R, por isso decide comprá-la. Acham que essa forma de pensar tem algum fundamento?
Antes de te responder...
diz.me lá , tu és um gajo , ou uma gaja ?????
Há duvidas?... SUZUKI... O resto é paisagem... Mais depressa Portugal paga a dívida que eu venha a ter uma Honda...
Isso de influências da marca é só para quem não percebe nada de motas.
A marca não interessa... desde que seja KAWASAKI.

Já tive 2 Aprilia, 2 Yamaha e 2 Honda...
Para mim "a marca" não é um factor decisivo, embora há aspetos que se têm que ter em conta quando se escolhe uma "marca", preço de peças/manutenção, o nível de assistência, a rede de concessionários etc...
Só excluo por marca as Chinesas eheheheh
Bom os veteranos já falaram todos.... Eles melhor que ninguem sabem...
Mas no meu caso vou falar da minha realidade... sempre estive rodeado de motas de marca bmw, honda e yamaha... Obviamente agora a tirar a carta (para a semana já tenho a primeira aula de condução btw

), ando ai a rondar o mercado todos os dias a procura de um bom negocio.
Mas como estou a pensar em 300-500 de cilindrada, ando a ver as hondas, yamaha e kawasaki.
Agora tenho uma "paixão" pela R3, não sei porque, mas tenho. Em termos de visual, preço vs qualidade, e quando me sentei na mota senti-me bastante confortavel com ela tendo em conta o meu corpo.
Não sei, depois de ter a carta e fazer o test ride logo vejo se apanho desilusão ou não.
Isto tudo para dizer que, acho que a influencia na escolha também vem da experiencia... Normalmente depois fixo algumas marcas e vou por elas, seja no que for, e com as motas vai ser igual.
(22-08-2017 às 23:52)LWillow Escreveu: [ -> ]Para muitos as marcas muitas vezes têm uma carga emocional que transcende a razão, para outros não . Não vejo nenhum mal nisso em qualquer das situações . Pode surgir motivos de ordem 'tribal ' (nas motas a HD é um dos melhores exemplos) podem surgir motivos de ordem 'estética' , de cariz afectivo , etc, que nos podem levar a ficar mais ligados a certas marcas .
Eu sou também um bom exemplo desta 'fidelização' de escolha . A partir dos 17 /18 anos e á medida que fui criando autonomia financeira , 'fixei-me' em determinadas marcas , de lá não saí e não penso sair . Trata-se até de uma 'economia de esforços' perante o bombadear da oferta que hoje em dia existe em qualquer produto .
Eu limitei as opções a 2 (no máximo 3) marcas seja de que artigo for (calças, ténis, lâmina de barbear, after-shave, motas , carros, pasta de dentes, computadores, whisky, tabaco, cerveja, shampoo, etc, etc, ) e assim tudo fica mais fácil e mais rápido na hora de escolher/comprar .
No caso específico das motas . a minha 1ª mota foi uma Honda e continua a ser uma marca muito 'carismática' para mim. Gosto de desenvolver um lado afectivo com as 'coisas' e quando me 'encaixo' com as escolhas que faço não gosto e mudar 'só porque sim' . Um bom exemplo disso é um blusão de cabedal em que todos os anos faço lhe um tratamento carinhoso de manutenção para que dure mais um Inverno , apesar da esposa me ter oferecido um novo e praticamente idêntico quando fiz 50 anos . Até muitas das camisas só as largo quando começam a desfazer-se no colarinho. O meu PC tem 14 anos !! Não tem nada a ver com forretice pois eu sou um mau exemplo nesse domínio . Tem a ver com o meu lado 'afectivo' perante as coisas que escolho com critério e que depois fazem parte do meu dia-a-dia. Com as motas é a mesma coisa .
Hehehe, ó Luís, então depois o obcecado sou eu? Chiça, que tu bates-me aos pontos!
Atenção que eu sou exactamente como tu aqui dizes mas... menos!
Então diz-me lá. Um gajo quando usa um casaco de cabedal não é para ter prazer na função que ele deve cumprir e pronto, ou tem que andar preocupado e a perder tempo a tratar o casaco?
Abraço.