A marca da moto influencia muito a escolha?
#11

O meu pai tinha(e ainda tem) um velhinho Oleomac a gasolina...aquele cabreste daquele corta-relva não morre...muita relva cortei eu com aquilo...o gajo nunca falhou...
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#12

Por acaso quando andava a ver mota para comprar, nem considerava a marca que tenho hoje, para os euros que tinha para gastar a yamaha nao tinha nada de apelativo. Ou era uma suzuki bandit ou uma cb 500, depois quando descobri o modelo thundercat da yamaha, apenas o design da mota quase ja me dizia para agarrar numa, depois de mto ler sobre ela, la decidi comprar. E até hoje nao tenho qualquer razao de queixa, até pelo contrario. 

Mas facilmente mudo de marca, até porque a kawasaki/Suzuki/Honda, todas elas tem modelos que me interessa. E tb como normalmente nao ligo mto as ultimos modelos e motas bastante actuais mais facil fica mudar de modelo e marca. 
Independente da marca que fosse, e fosse a mota que tivesse, ia sempre curtir um molho. 
A satisfação para mim nao advem propriamente da marca da mota mas sim do que se consegue tirar dela mediante as nossas limitações e da mota.
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#13

Para muitos as marcas muitas vezes têm uma carga emocional que transcende a razão, para outros não  . Não vejo nenhum mal nisso em qualquer das situações . Pode surgir motivos de ordem 'tribal ' (nas motas a HD é um dos melhores exemplos) podem surgir motivos de ordem 'estética' , de cariz afectivo , etc, que nos podem levar a ficar mais ligados a certas marcas .
Eu sou também um bom exemplo desta 'fidelização' de escolha  . A partir dos 17 /18 anos e á medida que fui criando autonomia financeira , 'fixei-me' em determinadas marcas , de lá não saí e não penso sair . Trata-se até de uma 'economia de esforços' perante o bombadear da oferta que hoje em dia existe em qualquer produto .
Eu limitei as opções a 2 (no máximo 3) marcas seja de que artigo for (calças, ténis, lâmina de barbear, after-shave, motas , carros, pasta de dentes, computadores, whisky, tabaco, cerveja, shampoo, etc, etc, ) e assim tudo fica mais fácil e mais rápido na hora de escolher/comprar . 

No caso específico das motas . a minha 1ª mota foi uma Honda e continua a ser uma marca muito 'carismática' para mim.  Gosto de desenvolver um lado afectivo com as 'coisas' e quando me 'encaixo' com as escolhas que faço não gosto e mudar 'só porque sim' . Um bom exemplo disso é um blusão de cabedal em que todos os anos faço lhe um tratamento carinhoso de manutenção para que dure mais um Inverno , apesar da esposa me ter oferecido um novo e praticamente idêntico quando fiz 50 anos . Até muitas das camisas só as largo quando começam a desfazer-se no colarinho. O meu PC tem 14 anos !! Não tem nada a ver com forretice pois eu sou um mau exemplo nesse domínio . Tem a ver com o meu lado 'afectivo' perante as coisas que escolho com critério e que depois  fazem parte do meu dia-a-dia. Com as motas é a mesma coisa .
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#14

(22-08-2017 às 19:21)LoneRider Escreveu:  Ao ritmo que a BMW vende é porque de exclusividade não tem nada.
É do mais curriqueiro do dia a dia ver BMW na estrada.

Calmar pá, queres uma BMW?
Compra a p*** da ventoinha pá e se depois a mulher te bater diz que fomos nós pá?

Ahahahah... Lone, estás em forma!

Honda CX 400 '83 Eurosport
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#15

(22-08-2017 às 19:11)calmar Escreveu:  A marca da moto influencia muito as vossas escolhas? Ou mudam de marca facilmente?

Imaginem que alguém decide que não quer uma japonesa porque quer exclusividade. Pesquisa o mercado e verifica que as melhores marcas não-japonesas são Harley-Davidson, Triumph, BMW e Ducati. Olha para o preço de todas e constata que a moto mais barata de todas é a BMW G 310 R, por isso decide comprá-la. Acham que essa forma de pensar tem algum fundamento?

Antes de te responder...

diz.me lá , tu és um gajo , ou uma gaja ?????
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#16

Há duvidas?... SUZUKI... O resto é paisagem... Mais depressa Portugal paga a dívida que eu venha a ter uma Honda...

[Imagem: SM4eYt9.png]
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#17

Isso de influências da marca é só para quem não percebe nada de motas.

A marca não interessa... desde que seja KAWASAKI. devil 

lol
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#18

Já tive 2 Aprilia, 2 Yamaha e 2 Honda...

Para mim "a marca" não é um factor decisivo, embora há aspetos que se têm que ter em conta quando se escolhe uma "marca", preço de peças/manutenção, o nível de assistência, a rede de concessionários etc...

Só excluo por marca as Chinesas eheheheh
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#19

Bom os veteranos já falaram todos.... Eles melhor que ninguem sabem...

Mas no meu caso vou falar da minha realidade... sempre estive rodeado de motas de marca bmw, honda e yamaha... Obviamente agora a tirar a carta (para a semana já tenho a primeira aula de condução btw bigsmile), ando ai a rondar o mercado todos os dias a procura de um bom negocio.

Mas como estou a pensar em 300-500 de cilindrada, ando a ver as hondas, yamaha e kawasaki.

Agora tenho uma "paixão" pela R3, não sei porque, mas tenho. Em termos de visual, preço vs qualidade, e quando me sentei na mota senti-me bastante confortavel com ela tendo em conta o meu corpo.

Não sei, depois de ter a carta e fazer o test ride logo vejo se apanho desilusão ou não.

Isto tudo para dizer que, acho que a influencia na escolha também vem da experiencia... Normalmente depois fixo algumas marcas e vou por elas, seja no que for, e com as motas vai ser igual.
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#20

(22-08-2017 às 23:52)LWillow Escreveu:  Para muitos as marcas muitas vezes têm uma carga emocional que transcende a razão, para outros não  . Não vejo nenhum mal nisso em qualquer das situações . Pode surgir motivos de ordem 'tribal ' (nas motas a HD é um dos melhores exemplos) podem surgir motivos de ordem 'estética' , de cariz afectivo , etc, que nos podem levar a ficar mais ligados a certas marcas .
Eu sou também um bom exemplo desta 'fidelização' de escolha  . A partir dos 17 /18 anos e á medida que fui criando autonomia financeira , 'fixei-me' em determinadas marcas , de lá não saí e não penso sair . Trata-se até de uma 'economia de esforços' perante o bombadear da oferta que hoje em dia existe em qualquer produto .
Eu limitei as opções a 2 (no máximo 3) marcas seja de que artigo for (calças, ténis, lâmina de barbear, after-shave, motas , carros, pasta de dentes, computadores, whisky, tabaco, cerveja, shampoo, etc, etc, ) e assim tudo fica mais fácil e mais rápido na hora de escolher/comprar . 

No caso específico das motas . a minha 1ª mota foi uma Honda e continua a ser uma marca muito 'carismática' para mim.  Gosto de desenvolver um lado afectivo com as 'coisas' e quando me 'encaixo' com as escolhas que faço não gosto e mudar 'só porque sim' . Um bom exemplo disso é um blusão de cabedal em que todos os anos faço lhe um tratamento carinhoso de manutenção para que dure mais um Inverno , apesar da esposa me ter oferecido um novo e praticamente idêntico quando fiz 50 anos . Até muitas das camisas só as largo quando começam a desfazer-se no colarinho. O meu PC tem 14 anos !! Não tem nada a ver com forretice pois eu sou um mau exemplo nesse domínio . Tem a ver com o meu lado 'afectivo' perante as coisas que escolho com critério e que depois  fazem parte do meu dia-a-dia. Com as motas é a mesma coisa .

Hehehe, ó Luís, então depois o obcecado sou eu? Chiça, que tu bates-me aos pontos!
Atenção que eu sou exactamente como tu aqui dizes mas... menos!
Então diz-me lá. Um gajo quando usa um casaco de cabedal não é para ter prazer na função que ele deve cumprir e pronto, ou tem que andar preocupado e a perder tempo a tratar o casaco?

Abraço.
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