Aqui, para quem muda o escape para mais que barulho e estética, fica um vídeo a explicar a função do sistema de escape.
Super d'Origem, sem mais, terminado.
Eu até curti ver o vídeo dos tipos que foram pá Mongólia... só não percebi o que isso afecta o tirar ou não o escape...
motor esgota mais facilmente,
faz mais barulho e parece que anda mais, mas é o contrario
consome mais, desgaste mais rapido
motor com escape de origem, fica o motor mais "fechado" nao esgota tao rapido, pouca o ambiente as pessoas e principalmente a pessoa montada em cima dela
agora ha ponteiras para o proprio modelo que livertam um pouco motor
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editado, ou onde entra o escape
(deve estar a testar se estamos atentos!)
Caramba... cada vez têm mais lixo lá dentro!!!!

tipo como nos escapes dos popos, cheios de panelas e panelinhas

(24-04-2017 às 17:02)7pires Escreveu: [ -> ]motor esgota mais facilmente,
faz mais barulho e parece que anda mais, mas é o contrario
consome mais, desgaste mais rapido
motor com escape de origem, fica o motor mais "fechado" nao esgota tao rapido, pouca o ambiente as pessoas e principalmente a pessoa montada em cima dela
agora ha ponteiras para o proprio modelo que livertam um pouco motor
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editado, ou onde entra o escape
(deve estar a testar se estamos atentos!)
Do que consegui traduzir ( o google não mete frases a fazerem sentido ), estás 100% errado.
Eu continuo a achar que um escape de origem é o garante de que não se abra a caixa de Pandora.
Um escape de rendimento, mesmo apropriado para o modelo, é uma óptima forma de romper a harmonia que existe na mota.
Depois do escape vem um filtro de ar, depois uma ECU, depois válvulas e culata, a seguir novos corpos de injecção....
Tudo isto na procura de uma harmonia que se rompeu com o desejo de um pouco mais de barulho.
Eu no meu caso tenho duas linhas de pensamento: mota para viagens ou dia-a-dia não mexer que de origem é que é bom. Mota de fds e brincadeiras...o diabinho no ombro esquerdo vai fazendo mossa e não resisto
Mas claro que se deve ter noção que as alterações podem durar mtos km's sem problemas, mas a longo prazo devem dar dar origem a manutenções mais profundas antecipadamente, desde segmentos, valvulas, arvore de cames com maior desgaste pelas diferentes temperaturas, rotações etc do que vem de origem.
Não se fazem omeletes sem ovos...sem estar a querer dizer que uma mota alterada é uma bomba pronta a explodir. Mas se calhar em vez de se trocar certas coisas aos 200mil isso vai acontecer aos 100/150mil. Senão não mexia tanto
Agora é também preciso perceber que há material especifico pensado em dar mais performance e depois há aqueles que vão orientando as coisas a "olho". Nisso não facilito e o que é feito é o provado por outros e não como cobaia, que sou forreta para pagar experiências nas minhas coisas. lol
