25-10-2016 às 16:12
25-10-2016 às 16:24
(25-10-2016 às 16:04)n00b1e Escreveu: [ -> ](25-10-2016 às 15:56)michelfpinto Escreveu: [ -> ]Deve ser pelo "tipo" de uso que a mota tem associada, a Versys deve estar como turística (touring), e as restantes serem nakeds, que a par das desportivas pelo que sei são as que mais pagam de seguro.
Olha que não! Olha que não!...![]()
Da ultima vez que olhei para a minha ela ainda era "naked" e paga menos, bem menos, do que aquilo que o @Patrão indica ali para a tua PCX "on steroids"...![]()
![]()
Depende da companhia de seguros. Nunca paguei tanto por um seguro contra terceiros. Mas não sendo nova à partida paga menos, o que para mim não faz sentido nenhum...
(25-10-2016 às 16:12)OFFICER Escreveu: [ -> ]Olha que, pela simulação que acabei de fazer, uma CB1000R de 2011 pagará 215.10€ na mesma seguradora, tanto como uma NC750S
Sobre isso já respondi atrás!

25-10-2016 às 16:27
(25-10-2016 às 15:01)OFFICER Escreveu: [ -> ]Depende, se for para comparações, há que fazer contas
(25-10-2016 às 15:14)michelfpinto Escreveu: [ -> ]Carlos se estamos a comparar custos é normal que se faça contas, ou como comparas custos?
Mas isto não pode ser apenas avaliado comparando os custos dos encargos directos (preço do passe vs custos do veículo / combustível / seguros / etc.). Não é algo que se veja de uma forma tão simplista e linear, como vocês estão a querer fazer passar.
Há custos como o benefício, a versatilidade, a facilidade, etc. que embora não tenham à primeira vista um valor específico concreto e visível, são de uma enorme mais valia.... mas que pesam.
Se assim não fosse, não tínhamos a confusão que temos todos os dias nos grandes centros urbanos, ainda que a maioria das pessoas saiba que se deixarem o transporte particular em casa e optarem pelo transporte público, gastarão invariavelmente menos (especialmente em zonas melhor servidas por transportes, como é o caso das grandes cidades). O custo / benefício acaba por prevalecer quase sempre no caso do transporte particular, mesmo com todas as outras enormes desvantagens que possam ter (congestionamentos, estacionamento, poluição, stress, etc.).... e daí continuarem a optar pelo mesmo.
Por outro lado, quando saímos dos principais centros urbanos, os custos de transporte publico aumentam exponencialmente, na mesma proporção em que diminuem na sua oferta. Vão lá para o interior, e vejam que oferta de "passes" de transportes têm? E quanto custam?
Ou seja, isto não se rege apenas por comparações directas de custos de utilização, em que com veículo particular se gasta directamente "X", e em transporte colectivo se gasta directamente "Y".... e mediante este resultado, determina-se a opção final.
25-10-2016 às 16:42
Resume lá esse teu último post que não me apetece ler 

25-10-2016 às 16:55
Carlos mas isso são variáveis não quantitativas. Se falarmos somente em custos quantificáveis consegues fazer uma comparação, o resto cada um dá uma importância diferente. E isso não podes ser levado em linha de conta para uma comparação de custos.
25-10-2016 às 16:56
(25-10-2016 às 16:42)OFFICER Escreveu: [ -> ]Resume lá esse teu último post que não me apetece ler
Que tens de deixar de ser tão suburbano e veres que o mundo não é só Odivelas - zona de Arroios / Anjos.

(25-10-2016 às 16:55)michelfpinto Escreveu: [ -> ]Carlos mas isso são variáveis não quantitativas. Se falarmos somente em custos quantificáveis consegues fazer uma comparação, o resto cada um dá uma importância diferente. E isso não podes ser levado em linha de conta para uma comparação de custos.
De que interessa fazer uma comparação de custos directos, que acaba por ser superficial, quando a questão sobre uma opção entre transporte público vs transporte particular passa muito mais para além daí, e a decisão unilateral de optar por um deles não se resume apenas ao resultado da soma desses valores?
25-10-2016 às 17:08
(25-10-2016 às 12:47)OFFICER Escreveu: [ -> ]Isso entra para contas no quê sendo a comparação entre um veiculo de luxo e um transporte público? Isso é uma não equação.
O que interessa na realidade das contas é o custo diário do mesmo, em que conta o custo a curto e médio prazo do veiculo de luxo/conforto, face a um transporte público.
E nisto a 125 conseguia sair a ganhar, tendo um custo inferior ao passe social. Na altura era algo na casa dos 30€ do luxo para 45€ do passe social. Poupança de 15€ mensais, 180€ anuais.
Hoje em dia as contas estão mais desequilibradas devido ao preço do combustivel, mas mesmo com combustivel a 1.45€/litro, o custo em combustivel apenas de uma 125 ficaria em 4.35€ por semana ou 17.40€ por mês (base da conta 3 litros/100km - 400km por mês).
Isto contra os mesmos 45€ do passe social. Claro que cada caso é um caso, mas acho que com maior distância, maior a disparidade de valores em si. Tomando exemplo de uma pessoa que faça 40km diários mas que o passe já custe 60€, temos 8.70€ por semana ou 34.80€ por mês (base da conta 3 litros/100km - 800km por mês).
Relembro que são contas apenas à deslocação casa-trabalho e trabalho-casa, 5 dias por semana. A estas contas falta somar a manutenção do veiculo, mas facilmente se consegue valores mais baixos que um transporte público e com maior comodidade, uma vez que mesmo a revisão na marca ficava na casa dos 80€ e era feita de 3000 em 3000km.
Isto é muito complicado ter em qualquer outra cilindrada, não pelos consumos mas sim pela manutenção. O valor da aquisição só deve entrar nestas contas, caso uma 125 seja comprada apenas e só para este fim.
Já vi que a tua carteira é um pouco diferente da minha. Pelo menos a maneira de fazer contas.
Não é necessariamente maior ou menor, e nem sequer interessa para o caso.
Se compras um veículo por x e passado 1 ano prevês reaver x/2, então só podes contar com metade do que saiu. Essa diferença é um custo que tem de entrar em algum extracto.
E onde há um custo associado, há dinheiro a sair.
Eu não sou um gajo com património. Mas quem faz contas com património entra a sério com valorização e desvalorização e às vezes é por aí que se avaliam e decidem fortunas... ou bancarrotas.
Eu não sei se pagas prestação de casa. Mas o teu custo da casa não é despesas fixas (IMI, água luz gas...) ou a prestação do banco.
Se daqui a 10 anos precisares de 12000€ em reparações, pinturas, novos electrodomésticos etc podes considerar uma despesa de mais 100€ em cima da tua prestação. O que não é nada difícil.
E a casa que compraste por 120.000€ daqui a 10 anos só vale 108.000€, portanto bota mais 100€ em cima.
Fazer contas com o combustível e iuc é uma conta fácil e básica, porque é o dinheiro que vês directamente. É o que vês no extracto mensal da tua conta à ordem.
Mas a razão pela qual há malta falida por todo o lado é precisamente por não saberem fazer contas a sério. E não saberem fazer contas do dia 1 ao dia 30 do mês. Entre outras razões (mudarem regras do jogo) obviamente, mas vista curta é a meu ver a principal.
Infelizmente ainda hoje tenho amigos com créditos de carros novos em que a desvalorização anual do carro + a prestação é superior à totalidade dos rendimentos.
Se fizessem a conta só com a prestação... até se tinham safado. Não te esqueças que em média um carro novo atinge metade do seu valor ao fim de 3 anos.
Agora claro que se eu e tu formos comprando motas de 1000, 2000 ou 3000€ a desvalorização é irrisória.
Mas a conta tem de ser feita na mesma se quiseres ser honesto financeiramente contigo próprio.
Pergunta lá aos mais 'cotas' daqui do fórum como é que se fazem contas na vida... é certo que muitos concordam comigo que o combustível ser 5l/100 ou 4l/100 quase não tem expressão nesta vida.
25-10-2016 às 17:34
(25-10-2016 às 16:56)carlos-kb Escreveu: [ -> ]De que interessa fazer uma comparação de custos directos, que acaba por ser superficial, quando a questão sobre uma opção entre transporte público vs transporte particular passa muito mais para além daí, e a decisão unilateral de optar por um deles não se resume apenas ao resultado da soma desses valores?
Depende muito do bolso de cada um, não podes fazer considerações globais baseando-te nas tuas escolhas e capacidades económicas, prioridades, etc.
Existem pessoas para quem 10€ ao fim do mês fazem diferença, e ai não é uma questão do que é mais confortável ou não, é o poderem pagar ou não.
Eu ando de mota porque felizmente tenho a capacidade para o pagar, mas já tivemos pessoas conhecidas e aqui no fórum que decidiram vender a mota por os custos serem elevados, mesmo com muito custo e desilusão.
Vindaloo concordo totalmente.
25-10-2016 às 17:38
No meu caso, sai-me mais barato andar de mota, numa utilização casa-faculdade, do que pagar o passe (não obstante ser uma 600cc).
Já fiz as contas e sai-me muito mais barato.
No percurso casa-faculdade, gasto 15€ em combustível.
São 360€ de poupança por ano que dão e sobram para pagar despesas de manutenção e seguro.
Quanto a desvalorização, por enquanto não entra nas contas porque comprei a mota por um valor muitíssimo mais baixo que o seu valor de mercado.
Moral da história, até numa 600cc pode sair mais barato fazer o dia-a-dia do que em transportes públicos
Já fiz as contas e sai-me muito mais barato.
No percurso casa-faculdade, gasto 15€ em combustível.
São 360€ de poupança por ano que dão e sobram para pagar despesas de manutenção e seguro.
Quanto a desvalorização, por enquanto não entra nas contas porque comprei a mota por um valor muitíssimo mais baixo que o seu valor de mercado.
Moral da história, até numa 600cc pode sair mais barato fazer o dia-a-dia do que em transportes públicos

25-10-2016 às 17:38
(25-10-2016 às 17:34)michelfpinto Escreveu: [ -> ]mas já tivemos pessoas conhecidas e aqui no fórum que decidiram vender a mota por os custos serem elevados, mesmo com muito custo e desilusão.
Ou seja, quase sempre por uma escolha errada da mota em si... e não porque a mesma saia mais cara que um transporte público (que no fundo é isso que vocês estão a comparar desde há muito de forma directa e apenas com os custos visíveis, mas ao mesmo tempo muito superficial).
