16-03-2016 às 14:40
Existe um codigo ético?
Acho que não. ...
Este mundo das motos é demasiado diverso para ter "barreiras" deste tipo.
Mas, e quando se trata, da paz interior de outros que não entendem, ou não querem entender, a nossa "falta de codigo ético"!?
Passo a explicar.
Recentemente fiz o caminho de Santiago, na sua versão mais famosa (Saint Jean Pied de Port- Santiago de Compostela). Foram 4 dias de todo terreno a bordo de Artax, 800km de percorrido num misto de asfalto, caminhos e trialeiras, que geram tanta aventura e episódios caricatos que dão muita vontade de contar!
Durante o Caminho, passei por inumeros peregrinos, aos quais me dispus a ajudar caso fosse necessário, ouvi as suas histórias e contei as minhas peripécias por esse Caminho fora. Sempre que via um peregrino no horizonte abrandava o ritmo, parava caso necessário, tinha o maximo respeito por eles e tentava que ficassem com boa impressão do tipo da mota que passou por eles.
Nunca me esqueci de dizer "Buen Camino"!
Muitos foram os que me disseram que era muito original a minha ideia e os amigos que tenho no monte gostaram muito e quiseram saber mais detalhes.
Mas tenho medo que o pessoal, ávido de emoções se esqueça de que o caminho seja (é) dos peregrinos e que se massifique a afluência de motos que podem por fim à paz necessária para levar a cabo a peregrinação.
A cronica está na minha cabeça e vou escreve-la para enviar ao meu pai, como sempre faço, mas devo publica-la e abrir assim esta aventura ao mundo do motociclismo?
Acho que não. ...
Este mundo das motos é demasiado diverso para ter "barreiras" deste tipo.
Mas, e quando se trata, da paz interior de outros que não entendem, ou não querem entender, a nossa "falta de codigo ético"!?
Passo a explicar.
Recentemente fiz o caminho de Santiago, na sua versão mais famosa (Saint Jean Pied de Port- Santiago de Compostela). Foram 4 dias de todo terreno a bordo de Artax, 800km de percorrido num misto de asfalto, caminhos e trialeiras, que geram tanta aventura e episódios caricatos que dão muita vontade de contar!
Durante o Caminho, passei por inumeros peregrinos, aos quais me dispus a ajudar caso fosse necessário, ouvi as suas histórias e contei as minhas peripécias por esse Caminho fora. Sempre que via um peregrino no horizonte abrandava o ritmo, parava caso necessário, tinha o maximo respeito por eles e tentava que ficassem com boa impressão do tipo da mota que passou por eles.
Nunca me esqueci de dizer "Buen Camino"!
Muitos foram os que me disseram que era muito original a minha ideia e os amigos que tenho no monte gostaram muito e quiseram saber mais detalhes.
Mas tenho medo que o pessoal, ávido de emoções se esqueça de que o caminho seja (é) dos peregrinos e que se massifique a afluência de motos que podem por fim à paz necessária para levar a cabo a peregrinação.
A cronica está na minha cabeça e vou escreve-la para enviar ao meu pai, como sempre faço, mas devo publica-la e abrir assim esta aventura ao mundo do motociclismo?

