Yamaha Gts 1000 ainda vale a pena em 2018????
#1

Boa noite

Venho aqui pedir acima de tudo uma opinião pois acredito que haja amigos com mais km de estrada e de motos que me podem ajudar.

Tenho uma Yamaha XJ 600 N foi a minha segunda moto tenho-a há três anos e gostava de a trocar por uma moto diferente com mais alguma proteção e mais confortável....... já sei vai haver malta a dizer olha compra uma trail..... mas não pretendo aquilo que está um bocado fora de moda que é uma sport touring.

e tenho uma simpatia muito grande pela Yamaha gts 1000 encontram-se motos a preços acessíveis mas eis a questão eu sei que o pessoal que as tem adoram as motas e que são espectaculares mas sendo um modelo que não teve continuidade a nível de produção e os concessionários parecem fugir a 7 pés delas será que valem a pena????

eu já falei com uns proprietários de algumas e falam maravilhas mas sinceramente é uma mota muito arriscada para comprar certo???

há pessoal que tem duas uma para andar e outra para peças mas tb não sou mecânico para meter nessas aventuras e acho isso gastar dinheiro estupidamente mas ei lá também falamos de um modelo que já é colecionavel que me dizem?????

se alguém ler o post e tiver uma opinião coerente agradeço a ajuda smile

Obrigado
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#2

A mota é feia como o pecado, e foi uma espécie de "masturbação tecnológica" da Yamaha, quando a inventou.

Posto isto, para a época foi revolucionária em algumas características apresentadas, algumas que nunca mais foram utilizadas e outras que ainda hoje fazem parte de um grande número de motas mais modernas. Há para aqui no tasco uns fãs dessa burra que te a poderão descrever em maior detalhe...

Se encontrares uma em condições, e se gostas dela ("quem feio ama, bonito lhe parece"), sou da opinião que ficas bem servido e deves comprar!
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#3

Boas,

Nao te vão faltar opiniões para todos os gostos. Honestamente não acredito que seja uma mota problemática. Se esse for o teu receio, acho que podes ficar descansado.

Eu não a acho especialmente feia, a verdade é que existem bons exemplares no mercado. O facto de ser uma mota com menos mercado, pode ajudar te a fazer um bom negócio.

...
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#4

Eu gosto da moto, não a acho assim tão feia... 

Gostos dos pianos maduros e, se não estivesse tão inclinado para um 2 cilindros, essa até entraria na equação na altura em que comprei a minha BT.

Quanto a problemas ou qualidades, não posso ajudar.

Antes que alguém diga algo, deixo já expressa a minha opinião aos recém-chegados:
[Imagem: XFq18Qb.jpg]
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#5

Nao estou bem a par do modelo, se aquela frente for simples de manter e com facilidade encontrares pessoal para fazer a sua manutenção. Porque não?

Por outro lado pelo que vi no olx, senão fores para as GTS mais baratas de todas, tens CBR 1100XX pelo mesmo preço ou pouco mais que será sempre uma mota mais consensual para valorização futura.

Um abraco e mto boas curvas!!
[Imagem: assinaturaSD.jpg]
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#6

Eu ja vi nos classificados uma GTS em aparente bom estado por 2 mil paus. Ja a cbr xx raramente aparece por menos de 3500. Mas sem duvida que preferia a cbr, apesar de ser mais bonita!lol também já um ícone das sports tour.
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#7

Dai o ênfase, senão fores para as mais baratas... blink

Até porque eu acredito no mantra " se está barato demais...por alguma razão é" LOL

Não troco de mota e carro assim tanta vez que não me compense gastar um pouco mais na compra e dormir descansado com o estado da coisa.

Não tenho mta felicidade em saber que fiz uma "superhipermeganegócio"

Um abraco e mto boas curvas!!
[Imagem: assinaturaSD.jpg]
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#8

Eu sou daqueles que gosta (e muito) da GTS. E tenho-a como um dos pianos mais emblemáticos de sempre, que teria perfeitamente um lugar na minha futura e hipotética colecção de modelos de motos. Já é considerada uma clássica moderna e até já ocupa lugares de destaque em espaços museológicos, como é o caso do Museu do Caramulo.

Tive a possibilidade de há já uns belos anitos, ter conduzido uma, e é algo que recordarei sempre, pelo comportamento "diferente" da moto em relação às suas congéneres.

A GTS no seu tempo (inícios de 90) era uma das motos mais evoluídas e futuristas... tanto que ainda hoje, 25 anos depois, ainda contempla soluções actuais. Para além do peculiar sistema de suspensão / direcção frontal por mono-braço, contempla ainda um motor Génesis de 20 válvulas e um chassis em forma de omega... já não falando de que incluía travagem ABS ou injecção de combustível, algo que em 1994, quando ela apareceu, era algo muito exclusivo ou restrito.

Curiosamente , não a acho feia, quando olhamos à sua época. Claro que não podemos contemplar a sua estética face ao paradigma e conceito estilístico actual.

É uma moto de aficionados. E por norma... ou se adora ou se odeia. Quem as tem, preservam-nas.
Há um antigo membro do forúm motonline (que julgo que ainda teve e participou aqui, nos primórdios deste forúm), que tinha duas.

No seu todo, é uma moto fiável e robusta, mas com certas particularidades.
Essencialmente convém teres em conta que é um motor Génesis de 20 válvulas, que ficaram famosos pelo seu apetite por óleo. E é também uma moto propensa a certas "mesquinhices" ou "birras", produto da alguma (ainda) imaturidade dos seus componentes inovadores para a época.

Mas se gostas, vai-te a ela. Ficarás certamente com uma moto bem diferente e única.

[Imagem: zX4Kq81.png]

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#9

É pá eu andei numa! smile
Fácil de conduzir, estável e com um motor sempre disponível.

A GTS é uma mota para viagens longas, com muito conforto, boa capacidade de carga e músculo suficiente para manter andamentos muitos vivos.

Mas isto não é só vantagens.

Os motores de 5 válvulas têm aquela gulodice de comer óleo. Não é defeito, é feitio e o único que obriga é a estar atento ao nível de óleo. A quantos mais km tenha mais óleo poderá comer.
Insisto, não é um defeito, é feitio.

Quando te montes na mota, convém que tenhas em atenção o trem dianteiro, porque com o tempo os tirantes tendem a ganhar folga e aparecem ruidos parasitas. Virá o guiador para um lado ou para o outro à procura de reacções estranhas.
O amortecedor dianteiro é outro ponto a ter em conta.
Essa mota deixou de ser fabricada no final dos 90, os seus donos normalmente eram motociclistas que cuidavam bastante as suas motas, assim como também acumulavam bastantes km anualmente.

Se achares que vale a pena, se achas que é um mal menor o consumo do óleo e a ciclistica está boa, tens aí um animal muito bom para te juntares ao pessoal numas curvas e passeios de maior raio.

A do meu irmão, que tive o prazer de conduzir, era de 93, verde azeitona e era um animal excelente para longas tiradas de km.
Apesar de ter o seu peso, o chassis em omega baixava consideravelmente o centro de gravidade e oferecia uma estabilidade irrepreensível.
Pudesse eu ter uma garagem repleta de motas e essa era presença obrigatória.

I just don't run with the crowd!

www.loneriderendlessroad.com
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#10

Boa noite

Desde já um muito obrigado pelas vossas opiniões pois neste momento necessito mesmo de pôr as cartas todas em cima da mesa, a sério como disse a mota em si fascina-me assim como a outra sport que falaram acima a CBR XX.

A Yamaha seduz pelo conceito mas o meu maior receio é a falta de assistência e o aproveitamento que mecânicos possam fazer disso cobrando fortunas por o material ser escasso dizem eles basta ir aos sites estrangeiros e ainda vemos material para elas.

Em todo o caso eu não tenho uma garagem repleta de motas, se tivesse nem estava com estas perguntas, mas como pretendo a mota para dar uns passeios e quando digo isto deve ser como no ano passado se andei 1000 kms não devo estar a exagerar, aonde quero chegar com as opiniões dos caros amigos é se isto não tem tudo para ser um FLOP.

Visto ir andar pouco não pretendo gastar muito dinheiro, a CBR XX tb não é das mais caras mas assusta-me um bocado ter uma mota que passa em muito a barreira dos 200km, o caraças das 10000 unidades vendidas da GTS em todo mundo isso mais o faltarem mãozinhas decentes para dar assistência é que assusta.

Porque o oleo e os consumos para quem faz poucos kms é irrelevante a meu ver.

Mais uma vez agradeço as vossas opiniões e a ajuda que me estão a dar creditem que irei ter em conta todas.

Marco
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