A necessidade de ajustar ou apertar a corrente, dependerá de inúmeros factores, desde o tipo de piso por onde se anda, tipo e estilo de condução, condução a solo ou acompanhado, cuidado dado às rotinas de lubrificação, tipo de articulações entre elos (non o-rings, o-rings ou x-rings) e até marca e fabricante da corrente.
No entanto é recomendável que em intervalos de 1000 a 1500 kms se verifique a tensão da mesma e se a sua folga excede o preconizado, o que não quer dizer que tenha de se esticar a mesma, aquando de cada verificação (daí o que foi dito atrás "se necessário").
Alguns intervalos que alguns referiram, acerca dos espaços de quilometragem em que procederam ao ajuste da folga da corrente, parecem-me algo descabidos, face à experiência que tive, em motos anteriores, de corrente. Mas cada um saberá como anda. Mas não era raro, em intervalos de revisões de 6 mil km, como tinham as motos anteriores que que andei, ter, por exemplo, de fazer uma a duas rotinas intermédias de ajuste da folga da corrente.
Não concordo que a teoria de que esticar a corrente a torne mais lassa. Até porque a mesma só se estica quando precisa e para a folga recomendada, como é evidente. Claro que ao esticá-la para uma folga menor, ficando a mesma com uma tensão superior, aí sim se repercutirá negativamente na sua longevidade.
De qualquer modo, o ajuste da corrente de transmissão é um procedimento fácil. E as marcas existentes nas guias do braço oscilante servem precisamente para ajudar a isso. Uma forma fácil é fazer o aperto de cada um dos lados, com o mesmo número de "quartos de volta" e confirmar com as marcações das guias do braço oscilante. Isto para quem não queira ter de levar a moto oficina para o fazer, sempre que necessite.
As alternativas à corrente, são, como é patente e mais que debatido, neste tópico, a cardã e o veio. Mas qualquer um deles apresenta uma longevidade deveras maior, como também é mais que evidente, ao contrário do que se disse.
Em relação às perdas de potência, e tendo visto desde há muito "literatura" acerca deste assunto das transmissões, sempre li que na realidade a corrente era a que menos perdas apresentava (daí também ser o tipo de transmissão secundária quase unânime à maioria das desportivas de altas prestações), e por seu lado, o veio era o que mais perdas de potência tinha, produto das engrenagens e respectiva mudança de direcção das forças transmitidas à roda.
Os valores referidos nesse vídeo também me parecem especulativos. Se fossem esses 30%, por exemplo, uma VFR1200F, que reclama 170cv, teria uma potência final à roda na ordem dos 120cv. Realmente é algo descabido (Lone, mete a Dorothy num banco de potência, para tirarmos isto a limpo).
Por fim.... não há um sistema "perfeito". Todos têm vantagens e inconvenientes. Por isso compete a cada um escolher aquilo que mais se adequa aos fins pretendidos e ao tipo de moto que procura.
No entanto é recomendável que em intervalos de 1000 a 1500 kms se verifique a tensão da mesma e se a sua folga excede o preconizado, o que não quer dizer que tenha de se esticar a mesma, aquando de cada verificação (daí o que foi dito atrás "se necessário").
Alguns intervalos que alguns referiram, acerca dos espaços de quilometragem em que procederam ao ajuste da folga da corrente, parecem-me algo descabidos, face à experiência que tive, em motos anteriores, de corrente. Mas cada um saberá como anda. Mas não era raro, em intervalos de revisões de 6 mil km, como tinham as motos anteriores que que andei, ter, por exemplo, de fazer uma a duas rotinas intermédias de ajuste da folga da corrente.
Não concordo que a teoria de que esticar a corrente a torne mais lassa. Até porque a mesma só se estica quando precisa e para a folga recomendada, como é evidente. Claro que ao esticá-la para uma folga menor, ficando a mesma com uma tensão superior, aí sim se repercutirá negativamente na sua longevidade.
De qualquer modo, o ajuste da corrente de transmissão é um procedimento fácil. E as marcas existentes nas guias do braço oscilante servem precisamente para ajudar a isso. Uma forma fácil é fazer o aperto de cada um dos lados, com o mesmo número de "quartos de volta" e confirmar com as marcações das guias do braço oscilante. Isto para quem não queira ter de levar a moto oficina para o fazer, sempre que necessite.
As alternativas à corrente, são, como é patente e mais que debatido, neste tópico, a cardã e o veio. Mas qualquer um deles apresenta uma longevidade deveras maior, como também é mais que evidente, ao contrário do que se disse.
Em relação às perdas de potência, e tendo visto desde há muito "literatura" acerca deste assunto das transmissões, sempre li que na realidade a corrente era a que menos perdas apresentava (daí também ser o tipo de transmissão secundária quase unânime à maioria das desportivas de altas prestações), e por seu lado, o veio era o que mais perdas de potência tinha, produto das engrenagens e respectiva mudança de direcção das forças transmitidas à roda.
Os valores referidos nesse vídeo também me parecem especulativos. Se fossem esses 30%, por exemplo, uma VFR1200F, que reclama 170cv, teria uma potência final à roda na ordem dos 120cv. Realmente é algo descabido (Lone, mete a Dorothy num banco de potência, para tirarmos isto a limpo).
Por fim.... não há um sistema "perfeito". Todos têm vantagens e inconvenientes. Por isso compete a cada um escolher aquilo que mais se adequa aos fins pretendidos e ao tipo de moto que procura.

