Suzuki RG 500 Gamma ( 2T - 4 cilindros )
#51

(01-09-2015 às 14:43)BroLy Escreveu:  Já sabes a minha opinião Johnny, independentemente de ser moda isto ou aquilo nas motas, eu e o meu irmão somos fiéis ao nosso gosto em comum pelas 2T "especiais", os anos passam mas somos coerentes nesse aspecto, aliás cada vez gostamos mais de 2T ainda para mais tendo a possibilidade de tratar de quase tudo na garagem.  smile

Boas;
O bom gosto e o requinte não estão dependentes de modas!
Dispensas apresentações; o teu histórico, que há já muito destes a conhecer, fala por ti.
Depois, compreendo essa "angústia"... No fim de provar filet mignon torna-se complicado elevar a fasquia. blink
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#52

(01-09-2015 às 14:57)BroLy Escreveu:  .. a única 500 com arranque elétrico é a Bimota Vdue mas já é uma mota de finais da década de 90 e " exótica ",...

O facto de ser italiana também ajuda...
A Cagiva Freccia em '87 era 125 e tinha arranque eléctrico, assim como a sucessora Mito que saiu em '89.
A Extrema também, embora sejam mais recentes. (92?)

Mas o facto destas japonesas serem fortemente race-inspired é outra razão para não ter um motor eléctrico a fazer peso desnecessário.
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#53

Sim, mas a questão é que nas 4T pluricilindricas desde sempre que era/é standard trazerem arranque elétrico, nas 2T foram raras as exceções como referiste que traziam arranque elétrico, curiosamente só marca(s) italiana(s)
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#54

Boas;
Sem dúvida, foi essa aproximação às verdadeiras motos de corrida que as fez perder o arranque eléctrico. Tanto que as anteriores como as Suzuki GT e as Kawasaki H2 750 contavam com ele.
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